Dois mestres que eu admiro pra caramba e não canso de rever em ação.
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27 julho 2011
04 julho 2011
Final de semana radical.
Este final de semana foi sensacional.
No sábado, peguei minha moto e saí para fazer trilha com alguns amigos que não via há muito tempo, o Humberto e o Mário. Foi legal demais.
Olha só eu no meio da terra e da poeira.
Nada como sair com os amigos. Aliás, minha dica: nunca, mas nunca mesmo, faça trilha sozinho. É bem mais seguro quando se tem companhia.
No domingo, segui o conselho da minha mãe e preparei um fondue surpresa para uma garota que conheci recentemente. Mas, mas... quase coloquei fogo na casa. Porque na tentativa de ser romântico coloquei velas no chão perto das cortinas e por muito pouco quase aconteceu um acidente.
Não lembrei que basicamente não se coloca vela acesa perto de materiais infláveis, assim como não se dorme com velas acesas pela casa.
De qualquer maneira, impressionei a moça. Ela perguntou se eu já fui dublê de algum chef de cozinha...
01 julho 2011
Profissão Radical
Todo mundo fala em esporte radical, mas eu tava pensando: eu tenho é uma profissão radical. Ser dublê exige um intenso condicionamento físico, treinamento constante e sangue frio. Mas não pensem que sou maluco, não, porque tudo é calculado e planejado, senão seria coisa de amador e não de profissional.
Fora isso, ainda tem que ter paciência de regravar a mesma cena várias vezes, até chegar no resultado que o diretor quer. E no filme ninguém vai sequer ver a sua cara...
Pensa que é fácil? Mesmo assim, eu adoro e acho seguro. Para mim, arriscado mesmo é andar por aí com pneus carecas e viajar sem fazer revisão no carro.
27 junho 2011
No alto do mundo.
Comecei a gravar um comercial em que preciso escalar um prédio altíssimo. Só ontem, refizemos a cena mais de 10 vezes. Na rua, uma multidão parou para ver e, no final da gravação, um senhor veio falar comigo.
Ele disse que ao me ver lá no alto lembrou daquela história de que na construção dos primeiros arranha céus de Nova York, as construtoras trouxeram índios para erguê-los, já que eles eram acostumados com alturas elevadas, a caminhar em penhascos, a não sentir enjôos e a calcular os riscos de cada passada. Achei muito legal essa história, porque no fundo é isso mesmo.
Quanto mais preparados e seguros estamos, maior é a produtividade em nossa vida, com menos sustos e medos.
Hoje não teve gravações por conta da chuva. Por isso, fiquei curtindo algumas imagens de construções daquela época em New York.
Existem fotos realmente incríveis. Veja você também algumas no site da Revista Life.
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