Vi na Paulista uma faixa avisando que a velocidade da avenida passou de 70 km/h para 60km/h desde 4 de julho.
Já reparou que isso está acontecendo há algum tempo nas principais ruas e avenidas de São Paulo?
Ano passado, a CET padronizou a velocidade nas avenidas 23 de Maio e Rubem Berta. Só a redução da velocidade de 80 km/h para 70 km/h em fevereiro de 2010 diminuiu em 63% os acidentes com motos no horário de pico da manhã e em 50% no horário de pico da tarde.
Caramba, isso é incrível, não? 10km/h parecem nada, mas fazem diferença, sim. Por isso, é bom ficar esperto sempre.
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25 julho 2011
28 fevereiro 2011
Investir hoje, garantir amanhã
Hoje chegou a renovação do meu seguro auto. Há anos com a Allianz sem acionar o seguro. A seguradora sai ganhando e eu também, já que todo ano garanto bônus do bom segurado (rs). Mas no Brasil, parte dos carros não tem a sorte do meu: ou já ‘abriram’ um sinistro ou não tem seguro.
Estima-se que no Brasil somente cerca de 30% dos carros possuam seguro. Já nos EUA, o número de carros com alguma proteção, em caso de sinistros, chega a quase 100%. Por que isso acontece, se o número de roubos, furtos e acidentes de trânsito aqui é imensamente maior do que lá?
Nos EUA, a lei é severa para quem comete crimes estando na direção de um automóvel. Na verdade, é severa até mesmo para pequenos acidentes (uma colisão já é considerada crime, mesmo sem feridos ou mortos). Aqui, quando se trata de uma pequena colisão, tentamos resolver no local com trocas de telefones, raramente os acidentes de trânsito vão parar na delegacia policial e terminam em processos criminais. Lá o índice de roubos e furtos é baixíssimo e comprar um carro é um investimento muito menor do que aqui: enquanto compramos um carro popular no Brasil, é possível nos EUA, usando o mesmo valor em dinheiro, compra um carro luxuoso.
Consegui explicar o meu ponto de vista do por que da importância de investir em um seguro auto no Brasil? 1. Alto índice de roubos e furtos; 2. Alto índice de acidentes de trânsito; e 3. Automóveis de alto custo, o que “dificulta” a compra de um novo ou o seu reparo. Não deixe o seu carro desprotegido! ;D
Estima-se que no Brasil somente cerca de 30% dos carros possuam seguro. Já nos EUA, o número de carros com alguma proteção, em caso de sinistros, chega a quase 100%. Por que isso acontece, se o número de roubos, furtos e acidentes de trânsito aqui é imensamente maior do que lá?
Nos EUA, a lei é severa para quem comete crimes estando na direção de um automóvel. Na verdade, é severa até mesmo para pequenos acidentes (uma colisão já é considerada crime, mesmo sem feridos ou mortos). Aqui, quando se trata de uma pequena colisão, tentamos resolver no local com trocas de telefones, raramente os acidentes de trânsito vão parar na delegacia policial e terminam em processos criminais. Lá o índice de roubos e furtos é baixíssimo e comprar um carro é um investimento muito menor do que aqui: enquanto compramos um carro popular no Brasil, é possível nos EUA, usando o mesmo valor em dinheiro, compra um carro luxuoso.
Consegui explicar o meu ponto de vista do por que da importância de investir em um seguro auto no Brasil? 1. Alto índice de roubos e furtos; 2. Alto índice de acidentes de trânsito; e 3. Automóveis de alto custo, o que “dificulta” a compra de um novo ou o seu reparo. Não deixe o seu carro desprotegido! ;D
13 janeiro 2011
Ficar perdido é coisa do passado
Andar em locais desconhecidos na minha cidade é uma aventura. Até mesmo em lugares que conheço bem, sou surpreendido por troca de mãos, um paredão ou vias sem retorno. E nessas situações um GPS com atualização é o guia salvador.
Não aguentei e comprei um. Mas antes, busquei algumas informações que foram decisórias, veja só:
Existe um custo mensal? Não, o sinal do GPS é gratuito. Seu único custo é de compra do aparelho e você ainda você pode receber sinais de GPS no seu smartphone e computadores, mas antes fale com a sua operadora de celular.
A atualização do mapa é automática? Depende da empresa fabricante do aparelho. A maioria dos fabricantes de GPS oferece uma atualização para a sua base de informações, algumas ainda trazem a opção de uma assinatura para obter todas as atualizações de mapas e rotas ou ainda disponibilizam download em seus sites.
Como usar? Antes de dar partida no carro planeje a sua rota e escreva no seu aparelho GPS. Ao ligar o aparelho com o carro parado o sinal dos satélites é encontrado de forma mais rápida do que quando o veículo está em movimento. Além do mais, é arriscado E ILEGAL dirigir se distraindo com o GPS.
Devo confiar 100% no aparelho? Ao usar nas primeiras vezes, tome muito cuidado. Algumas vias ainda podem estar com o sentido antigo ou o GPS pode não estar considerando vias fechadas por obras, atualize sempre o seu aparelho para que ele te dê trajetos o mais próximo do atual. O aparelho não identifica vias congestionadas ou “perigosas”, coisa que só você fará ao ver o que vem a frente.
E se eu errar a indicação? Não se preocupe, instantaneamente o GPS remanejará a rota ou te conduzirá a um retorno.
Alguns aparelhos possuem outras funcionalidades, por isso faça bastante pesquisa para achar um adequado às suas necessidades.
Não aguentei e comprei um. Mas antes, busquei algumas informações que foram decisórias, veja só:
Existe um custo mensal? Não, o sinal do GPS é gratuito. Seu único custo é de compra do aparelho e você ainda você pode receber sinais de GPS no seu smartphone e computadores, mas antes fale com a sua operadora de celular.
A atualização do mapa é automática? Depende da empresa fabricante do aparelho. A maioria dos fabricantes de GPS oferece uma atualização para a sua base de informações, algumas ainda trazem a opção de uma assinatura para obter todas as atualizações de mapas e rotas ou ainda disponibilizam download em seus sites.
Como usar? Antes de dar partida no carro planeje a sua rota e escreva no seu aparelho GPS. Ao ligar o aparelho com o carro parado o sinal dos satélites é encontrado de forma mais rápida do que quando o veículo está em movimento. Além do mais, é arriscado E ILEGAL dirigir se distraindo com o GPS.
Devo confiar 100% no aparelho? Ao usar nas primeiras vezes, tome muito cuidado. Algumas vias ainda podem estar com o sentido antigo ou o GPS pode não estar considerando vias fechadas por obras, atualize sempre o seu aparelho para que ele te dê trajetos o mais próximo do atual. O aparelho não identifica vias congestionadas ou “perigosas”, coisa que só você fará ao ver o que vem a frente.
E se eu errar a indicação? Não se preocupe, instantaneamente o GPS remanejará a rota ou te conduzirá a um retorno.
Alguns aparelhos possuem outras funcionalidades, por isso faça bastante pesquisa para achar um adequado às suas necessidades.
03 janeiro 2011
Na contramão da segurança
Este ano viajei pouco por conta do excesso de trabalho. Ao voltar do interior depois do Natal, fiquei assustado com a precariedade de alguns trechos da rodovia e com a imprudência de muito motoristas: carros com capacidade máxima do veículo, crianças soltas no carro, ultrapassagens arriscadas, velocidade acima ao permitido.
Essa mistura só pode ter um resultado infeliz: 100 mil internações por ano em virtude de acidentes de trânsito e mais de 113 milhões para pagar essas internações.
Por pior que seja a situação das vias no nosso país, atenção e responsabilidade ao volante mudariam esses índices, diminuindo drasticamente o número de feridos e mortos. De acordo com médico especialista em traumas de trânsito da Abramet - Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, os relatos pós-acidente demonstram inexperiência dos motoristas em situações de riscos, que exigem uma resposta rápida na prevenção do acidente.
A Abramet defende que o Curso de formação de Condutores – CFC, para carteira de motorista, deveria ser mais extenso, com exposição de situações recorrentes no trânsito e com o uso de simuladores de direção, expondo o aluno a situação de chuva, neblina, congestionamento etc.
Por isso, seja um motorista responsável estando sempre atento ao que acontece à sua frente (carros, pedestres, bicicletas,... ). E Se for viajar durante o verão, não se esqueça de levar a segurança na bagagem! ;D
Essa mistura só pode ter um resultado infeliz: 100 mil internações por ano em virtude de acidentes de trânsito e mais de 113 milhões para pagar essas internações.
Por pior que seja a situação das vias no nosso país, atenção e responsabilidade ao volante mudariam esses índices, diminuindo drasticamente o número de feridos e mortos. De acordo com médico especialista em traumas de trânsito da Abramet - Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, os relatos pós-acidente demonstram inexperiência dos motoristas em situações de riscos, que exigem uma resposta rápida na prevenção do acidente.
A Abramet defende que o Curso de formação de Condutores – CFC, para carteira de motorista, deveria ser mais extenso, com exposição de situações recorrentes no trânsito e com o uso de simuladores de direção, expondo o aluno a situação de chuva, neblina, congestionamento etc.
Por isso, seja um motorista responsável estando sempre atento ao que acontece à sua frente (carros, pedestres, bicicletas,... ). E Se for viajar durante o verão, não se esqueça de levar a segurança na bagagem! ;D
25 novembro 2010
Chega de acidentes!
Em setembro de 2009, um grupo de instituições ligadas às vias de tráfego e segurança de trânsito criou o movimento Chega de Acidentes. Eles formam um comitê para mobilizar a sociedade quanto à segurança viária e apresentar projetos de melhoria ao poder público.
No lançamento, o movimento iniciou um contador que estima o número de vítimas (que morrem ou não) e o impacto econômico que acidentes de trânsito causam nos cofres públicos. Enquanto escrevia o post, 181.771 era o número de vítimas, e quase R$ 39 bilhões tinham sido investidos nos salvamentos, valor que pagaria 265km de linhas de metrô na cidade de São Paulo.
Todo mundo pode ajudar, aderindo ou não a esta campanha, basta seguir as leis de trânsito e ter respeito com pedestres, motociclistas, ciclistas e outros automóveis. Mas vale entrar no site da ação e assinar o abaixo-assinado que servirá de apoio para propostas de melhoria do sistema viário de todo o país: http://www.chegadeacidentes.com.br/
Passando pelo site, que tal voltar aqui para atualizar os números do contador? ;D
No lançamento, o movimento iniciou um contador que estima o número de vítimas (que morrem ou não) e o impacto econômico que acidentes de trânsito causam nos cofres públicos. Enquanto escrevia o post, 181.771 era o número de vítimas, e quase R$ 39 bilhões tinham sido investidos nos salvamentos, valor que pagaria 265km de linhas de metrô na cidade de São Paulo.
Todo mundo pode ajudar, aderindo ou não a esta campanha, basta seguir as leis de trânsito e ter respeito com pedestres, motociclistas, ciclistas e outros automóveis. Mas vale entrar no site da ação e assinar o abaixo-assinado que servirá de apoio para propostas de melhoria do sistema viário de todo o país: http://www.chegadeacidentes.com.br/
Passando pelo site, que tal voltar aqui para atualizar os números do contador? ;D
08 novembro 2010
Mitos sobre os pneus do seu carro
Quem nunca confiou numa “verdade” até que ela se revelasse uma tremenda – e desesperadora – de uma mentira? Isso sempre acontece quando os especialistas de última hora (hehe) insistem em espalhar informações erradas por ai.
E quando se trata dos pneus do seu carro estas informações podem ser fatais. Veja só as grandes mentiras que rodam por ai e comprometem a segurança da sua caranga. Se souber de outros mitos não deixe de comentar! ;D
. Validade dos pneus: não pense que ele é eterno como dizem. A verdade é que tudo no Brasil que envolve segurança e saúde precisa ter, por lei, data de vencimento. Os pneus devem ser usados num período de cinco anos, a partir da data de fabricação que deve estar informada em sua embalagem. O mesmo vale para o seu estepe.
. Estepe calibrado: O estepe está lá esquecido e quando você precisa ele está murcho. Por isso, ele deve ser calibrado assim como os pneus em uso. Faça disso uma prática a cada 30 dias.
. Pneus com bolhas: tem gente que acredita que é possível uma emenda. Nunca! Constatando uma bolha, o pneu deve ser trocado imediatamente. Mesmo que pequena, ela pode estourar a um impacto e provocar um grave acidente.
. Troca: quando surge necessidade de trocar um ou dois pneus, não será necessária troca completa, basta realizar a troca do pneu desgastado e o outro pneu do mesmo eixo, garantindo o equilíbrio entre as rodas. Prefira deixar os pneus novos na parte traseira (por serem fixos é mais difícil de controlá-los, pneus novos dão uma ‘força’).
. Pneus de marcas diferentes: mesmo pneus de mesma medida apresentam pequenas diferenças. Por isso é importante – sim – que, quando precisar trocar os pneus, use a mesma marca e modelo utilizada nos demais, ao menos nos pneus de mesmo eixo.
E quando se trata dos pneus do seu carro estas informações podem ser fatais. Veja só as grandes mentiras que rodam por ai e comprometem a segurança da sua caranga. Se souber de outros mitos não deixe de comentar! ;D
. Validade dos pneus: não pense que ele é eterno como dizem. A verdade é que tudo no Brasil que envolve segurança e saúde precisa ter, por lei, data de vencimento. Os pneus devem ser usados num período de cinco anos, a partir da data de fabricação que deve estar informada em sua embalagem. O mesmo vale para o seu estepe.
. Estepe calibrado: O estepe está lá esquecido e quando você precisa ele está murcho. Por isso, ele deve ser calibrado assim como os pneus em uso. Faça disso uma prática a cada 30 dias.
. Pneus com bolhas: tem gente que acredita que é possível uma emenda. Nunca! Constatando uma bolha, o pneu deve ser trocado imediatamente. Mesmo que pequena, ela pode estourar a um impacto e provocar um grave acidente.
. Troca: quando surge necessidade de trocar um ou dois pneus, não será necessária troca completa, basta realizar a troca do pneu desgastado e o outro pneu do mesmo eixo, garantindo o equilíbrio entre as rodas. Prefira deixar os pneus novos na parte traseira (por serem fixos é mais difícil de controlá-los, pneus novos dão uma ‘força’).
. Pneus de marcas diferentes: mesmo pneus de mesma medida apresentam pequenas diferenças. Por isso é importante – sim – que, quando precisar trocar os pneus, use a mesma marca e modelo utilizada nos demais, ao menos nos pneus de mesmo eixo.
04 novembro 2010
Pé de chumbo ou pé de pena? Fique atento com a embreagem!
Cada peça do carro trabalha para algo, mas o funcionamento no todo precisa ser harmônico para que você rode com seu carro numa boa, sem prejudicar nada. Um dos itens mais utilizados no carro é o pedal da embreagem. O sistema de embreagem atua interrompendo ou permitindo a passagem da potência do motor para a caixa de marchas, que transfere a rotação para as rodas do veículo e permite que você faça arrancadas e troque as marchas de forma suave.
E qual é o modo correto de utilizar a embreagem? Segundo profissionais, a primeira e mais importante noção que se deve ter para não desgastá-la é usar a embreagem por inteiro, sem “meio termo”, ou seja, engatar marchas completas, não usar para brincadeirinhas (cavalo de pau, arrancadas – rs) e não usar engatada na ladeira. Nessas ações a embreagem, além de aquecer, escorrega e gera mais atrito, gerado pela fricção.
Utilizar a segunda marcha para mover o veículo também agride a embreagem, já que exige mais rotações que a primeira marcha, desliza menos. Por isso, sempre parta com o carro em primeira marcha.
Já nas trocas de marcha com o veículo em movimento, o procedimento correto é o de primeiro soltar completamente a embreagem para depois acelerar o automóvel, de modo também a evitar fricção desnecessária. Descansar o pé no pedal? Mude também este hábito.
Seguir estas simples dicas evita o desgaste desnecessário da embreagem do seu carro, além do alto custo precoce (valores entre R$ 800 e 2000, incluindo o kit embreagem e a mão de obra) de reparo e troca.
E qual é o modo correto de utilizar a embreagem? Segundo profissionais, a primeira e mais importante noção que se deve ter para não desgastá-la é usar a embreagem por inteiro, sem “meio termo”, ou seja, engatar marchas completas, não usar para brincadeirinhas (cavalo de pau, arrancadas – rs) e não usar engatada na ladeira. Nessas ações a embreagem, além de aquecer, escorrega e gera mais atrito, gerado pela fricção.
Utilizar a segunda marcha para mover o veículo também agride a embreagem, já que exige mais rotações que a primeira marcha, desliza menos. Por isso, sempre parta com o carro em primeira marcha.
Já nas trocas de marcha com o veículo em movimento, o procedimento correto é o de primeiro soltar completamente a embreagem para depois acelerar o automóvel, de modo também a evitar fricção desnecessária. Descansar o pé no pedal? Mude também este hábito.
Seguir estas simples dicas evita o desgaste desnecessário da embreagem do seu carro, além do alto custo precoce (valores entre R$ 800 e 2000, incluindo o kit embreagem e a mão de obra) de reparo e troca.
28 outubro 2010
Pé no freio é vida
Durante todo o ano, a Cia. De Engenharia de Tráfego de SP - CET reduziu a velocidade máxima de mais de 10 vias da capital paulista. Justificativa? Diminuir o número de acidentes e mortes no trânsito.
Algumas vias, como Rubem Berta e 23 de Maio, baixaram de 80 para 70 km/h. As avenidas Jabaquara e Sena Madureira, baixaram de 70 para 60 km/h. Muitas outras também tiveram redução de velocidade e receberam fiscalização fotográfica para flagrar os ‘pés de chumbo’. Em 2009 a cidade possuía 360 radares, este ano são 452.
Segundo estudos da CET, a diminuição do limite de velocidade reduz em 50% o risco de acidentes e os resultados dos salvamentos têm finais mais felizes.
Já indiquei este vídeo aqui no blog, mas vale comentar de novo. Um teste feito pela Allianz mostra a diferença entre colisões em duas velocidades, 60 e 65 km/h. Quase nada, não é mesmo? Mas veja o resultado, é espantoso: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/AE4C3DA93AAB2AC7/0/XX_BxNw18XY
Algumas vias, como Rubem Berta e 23 de Maio, baixaram de 80 para 70 km/h. As avenidas Jabaquara e Sena Madureira, baixaram de 70 para 60 km/h. Muitas outras também tiveram redução de velocidade e receberam fiscalização fotográfica para flagrar os ‘pés de chumbo’. Em 2009 a cidade possuía 360 radares, este ano são 452.
Segundo estudos da CET, a diminuição do limite de velocidade reduz em 50% o risco de acidentes e os resultados dos salvamentos têm finais mais felizes.
Já indiquei este vídeo aqui no blog, mas vale comentar de novo. Um teste feito pela Allianz mostra a diferença entre colisões em duas velocidades, 60 e 65 km/h. Quase nada, não é mesmo? Mas veja o resultado, é espantoso: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/AE4C3DA93AAB2AC7/0/XX_BxNw18XY
15 outubro 2010
Casa de ferreiro...
Curitiba é uma cidade modelo em muita coisa: melhor transporte público, sustentabilidade, limpeza das áreas públicas. Mas com um ‘coletivo’ tão eficiente, por que a cidade é a maior em números de carros por habitante do país?
E mesmo com este cenário, a prefeitura começou a testar um novo ônibus ainda menos poluente, com motor elétrico. A idéia é aumentar a simpatia de seus habitantes pelo transporte público, aumentando o uso até a Copa de 2014, aproveitando o gancho para servir um bom transporte para os visitantes durante os jogos.
Mesmo com esta novidade, parece que vai ser difícil convencer os curitibanos. Com o avanço socioeconômico, seu crescimento populacional e alta taxa de público adulto é impossível frear a compra de automóveis. O poder de compra é tão estável que o mercado de luxo está ganhando cada vez mais espaço: cerca de 120 Porsches são vendidos todos os meses desde que a loja chegou à cidade, em 2008.
Entre as justificativas dadas em uma pesquisa do URBS - Urbanização de Curitiba, estão a não adequação aos horários dos ônibus, facilidade para compra do carro ou moto, necessidade de liberdade e mobilidade.
Olha só o ranking das cidades mais “lotadas” de carro (dados do IBGE).
E como é o transporte público na sua cidade? Nem preciso dizer que em SP é um caos, mas me dou muito bem com o transporte público e minha bike, preservando meu carro para viagens e pra me deslocar pra lugares mais longes e em horários sem coletivo.
E mesmo com este cenário, a prefeitura começou a testar um novo ônibus ainda menos poluente, com motor elétrico. A idéia é aumentar a simpatia de seus habitantes pelo transporte público, aumentando o uso até a Copa de 2014, aproveitando o gancho para servir um bom transporte para os visitantes durante os jogos.
Mesmo com esta novidade, parece que vai ser difícil convencer os curitibanos. Com o avanço socioeconômico, seu crescimento populacional e alta taxa de público adulto é impossível frear a compra de automóveis. O poder de compra é tão estável que o mercado de luxo está ganhando cada vez mais espaço: cerca de 120 Porsches são vendidos todos os meses desde que a loja chegou à cidade, em 2008.
Entre as justificativas dadas em uma pesquisa do URBS - Urbanização de Curitiba, estão a não adequação aos horários dos ônibus, facilidade para compra do carro ou moto, necessidade de liberdade e mobilidade.
Olha só o ranking das cidades mais “lotadas” de carro (dados do IBGE).
E como é o transporte público na sua cidade? Nem preciso dizer que em SP é um caos, mas me dou muito bem com o transporte público e minha bike, preservando meu carro para viagens e pra me deslocar pra lugares mais longes e em horários sem coletivo.
11 outubro 2010
Acorde! Sabe de quem é a culpa da maioria dos acidentes nas estradas?
Mais um feriado aí, só alegria. Tristeza depois é ver os números de acidentes nas rodovias de todo o BR. Dirigir com sono é assumir um grande risco, pois o nível de desempenho é o mesmo de quem consumiu bebida alcoólica. (dados da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp).
Quase sempre ‘culpamos’ as péssimas condições de algumas vias, o excesso de caminhões/ ônibus, mas estatísticas mundiais mostram que entre 26% e 32% dos acidentes de trânsito são provocados por motoristas que dormem na direção, e, segundo o Centro de Estudo Multidisciplinar em Sonolência e Acidentes da Unifesp, estes motoristas também são responsáveis por índices entre 17% e 19% das mortes no local do acidente.
Só no Brasil, cerca de 34.597 pessoas morreram em acidentes de trânsito em 2009, segundo o Ministério da Saúde, aplicando a média, são, aproximadamente, 6.600 em virtude do sono ao volante.
Você sabe quando o sono bate de verdade? Não é quando você não dorme bem há dias ou se o trânsito está entediante, mas sim no período em que o motorista tem um declínio na temperatura corporal, entre 12h30 e 14h e das 22h às 6 da manhã. Com a temperatura corporal baixa, o corpo humano libera melatonina, que induz ao sono.
Prevendo o Risco: para não sentir sono ao volante, o ideal é dormir de maneira regular e habitual (dica do diretor do Departamento de Sono da Associação Brasileira de Medicina no Trânsito, Ademir Baptista Silva). Ao sentir o sono, busque um lugar seguro para parar e tirar um cochilo de 15 minutos (entrar em sono profundo pode agravar seu sono ainda mais); antes de partir lave o rosto, tome um café e volte para o volante tranquilo. Em viagens grandes, reveze com outros motoristas que estejam no carro. O sono é cumulativo e pode demorar semanas para você recuperá-lo.
Voltando do feriado e fazendo bonito, ok galera?!
Quase sempre ‘culpamos’ as péssimas condições de algumas vias, o excesso de caminhões/ ônibus, mas estatísticas mundiais mostram que entre 26% e 32% dos acidentes de trânsito são provocados por motoristas que dormem na direção, e, segundo o Centro de Estudo Multidisciplinar em Sonolência e Acidentes da Unifesp, estes motoristas também são responsáveis por índices entre 17% e 19% das mortes no local do acidente.
Só no Brasil, cerca de 34.597 pessoas morreram em acidentes de trânsito em 2009, segundo o Ministério da Saúde, aplicando a média, são, aproximadamente, 6.600 em virtude do sono ao volante.
Você sabe quando o sono bate de verdade? Não é quando você não dorme bem há dias ou se o trânsito está entediante, mas sim no período em que o motorista tem um declínio na temperatura corporal, entre 12h30 e 14h e das 22h às 6 da manhã. Com a temperatura corporal baixa, o corpo humano libera melatonina, que induz ao sono.
Prevendo o Risco: para não sentir sono ao volante, o ideal é dormir de maneira regular e habitual (dica do diretor do Departamento de Sono da Associação Brasileira de Medicina no Trânsito, Ademir Baptista Silva). Ao sentir o sono, busque um lugar seguro para parar e tirar um cochilo de 15 minutos (entrar em sono profundo pode agravar seu sono ainda mais); antes de partir lave o rosto, tome um café e volte para o volante tranquilo. Em viagens grandes, reveze com outros motoristas que estejam no carro. O sono é cumulativo e pode demorar semanas para você recuperá-lo.
Voltando do feriado e fazendo bonito, ok galera?!
08 outubro 2010
Vai emendar o feriado? Então se atencipe para estas dicas!
Você pode me achar blasé, mas tudo nesta vida é prevenção de riscos. E eu não preciso usar como exemplo o fato de você não permitir que seu filho brinque em uma rua com grande movimento de veículos, para que ele não se acidente. Prevenção de riscos também é analisar o dia em que seu chefe está de bom humor para pedir um aumento. ahaha
Entendeu o meu ponto? Tudo requer uma análise de riscos. Por isso, para você que acabou de decidir a viagem do feriado que se aproxima, nada como prever os perigos de pegar o carro e dirigir bem até os seus dias de paz (algumas dicas da boa e velha Quatro Rodas). ;D
BURACOS :: Em estradas e na cidade eles são muito presentes. Velocidades altas podem comprometer a possibilidade de uma reação rápida. Ao perceber que não conseguirá evitar um buraco, mantenha o volante reto e não pise bruscamente no freio, para que a pancada não seja transmitida para a suspensão. Pise na embreagem para evitar danos ao câmbio.
FECHADAS :: Estar sempre atento aos carros ao seu redor evita uma fechada. Eles poderão fechá-lo em manobras repentinas e sem aviso, como mudanças de faixa ao encostar para apanhar um pedestre ou mesmo ao dobrar a esquina. Quanto mais devagar você estiver, mais tempo você terá para frear ou buzinar levemente avisando de sua presença. Se for fechado, breque, mantendo ao máximo sua trajetória.
FREADA BRUSCA :: Na estrada você deve estar, no mínimo, a 2 carros de distância do carro da frente, a margem ideal para evitar possíveis colisões. Se o outro veículo frear e seu carro tiver o dispositivo ABS, basta pisar fundo e forte, sem aliviar a pressão no pedal, até o carro parar ou atingir uma velocidade adequada. Se não tiver o ABS, procure dosar a pressão no pedal, pisando e aliviando um pouco sempre que sentir que as rodas estão na iminência de travar (o que pode desgovernar o carro, por isso segure firme no volante).
REBOQUE DE OUTROS VEÍCULOS :: O guincho é o único tipo de veículo autorizado a rebocar outro, segundo a legislação de trânsito. Para isso, ele tem o equipamento adequado e está preparado para evitar a colisão entre os veículos. Não tente rebocar outro veiculo e, se precisar, contate a sua seguradora.
Nas situações de guincho, batida, dúvidas ligue para a sua seguradora. Para a Allianz eu ligo até quando estou carente e ainda falta muito para chegar ahahaha
Entendeu o meu ponto? Tudo requer uma análise de riscos. Por isso, para você que acabou de decidir a viagem do feriado que se aproxima, nada como prever os perigos de pegar o carro e dirigir bem até os seus dias de paz (algumas dicas da boa e velha Quatro Rodas). ;D
BURACOS :: Em estradas e na cidade eles são muito presentes. Velocidades altas podem comprometer a possibilidade de uma reação rápida. Ao perceber que não conseguirá evitar um buraco, mantenha o volante reto e não pise bruscamente no freio, para que a pancada não seja transmitida para a suspensão. Pise na embreagem para evitar danos ao câmbio.
FECHADAS :: Estar sempre atento aos carros ao seu redor evita uma fechada. Eles poderão fechá-lo em manobras repentinas e sem aviso, como mudanças de faixa ao encostar para apanhar um pedestre ou mesmo ao dobrar a esquina. Quanto mais devagar você estiver, mais tempo você terá para frear ou buzinar levemente avisando de sua presença. Se for fechado, breque, mantendo ao máximo sua trajetória.
FREADA BRUSCA :: Na estrada você deve estar, no mínimo, a 2 carros de distância do carro da frente, a margem ideal para evitar possíveis colisões. Se o outro veículo frear e seu carro tiver o dispositivo ABS, basta pisar fundo e forte, sem aliviar a pressão no pedal, até o carro parar ou atingir uma velocidade adequada. Se não tiver o ABS, procure dosar a pressão no pedal, pisando e aliviando um pouco sempre que sentir que as rodas estão na iminência de travar (o que pode desgovernar o carro, por isso segure firme no volante).
REBOQUE DE OUTROS VEÍCULOS :: O guincho é o único tipo de veículo autorizado a rebocar outro, segundo a legislação de trânsito. Para isso, ele tem o equipamento adequado e está preparado para evitar a colisão entre os veículos. Não tente rebocar outro veiculo e, se precisar, contate a sua seguradora.
Nas situações de guincho, batida, dúvidas ligue para a sua seguradora. Para a Allianz eu ligo até quando estou carente e ainda falta muito para chegar ahahaha
04 outubro 2010
Grávidas e o cinto de segurança
É inegável que o cinto de segurança é peça fundamental para minimizar – e até zerar – os traumas de um acidente de carro. E isto vale para quem está nos bancos dianteiros e traseiros. É mais seguro e é lei.
Mas não basta colocar o cinto e pronto. Devemos sempre atentar para a altura, que deve estar abaixo da linha do pescoço, e ajuste de cintura o mais fixo possível. Para as grávidas a atenção deve ser redobrada, para garantir a sua segurança e a do ‘passageiro’, aquele pequenininho dentro da barriga ;D
A dica principal para a futura mãe é nunca usar o cinto que só possui uma faixa, ainda existentes no centro do banco traseiro. O sinto ideal é o de três pontos (aquele com faixa inferior e diagonal) que distribui o impacto, não pressionando a parte inferior da barriga.
O uso adequado para a gestante passageiro é passar a faixa subabdominal abaixo da barriga, nunca sobre o abdome. Ela deve também ficar o mais ajustada possível, mas sem causar qualquer incômodo. Já a faixa transversal deve passar entre os seios e contornar a barriga. Vetado – totalmente – o uso de ‘presilhas’ na saída do cinto de segurança para evitar que ele aperte muito, afinal, esta é sua função.
Para as gestantes motoristas, a posição do cinto é a mesma, mas é importante afastar o banco para trás, deixando-o o mais longe possível do volante, sem comprometer ou dificultar a direção. Isso evita um choque maior em caso de colisão. E para os carros com regulagem de altura no volante, o ideal é deixá-lo o mais alto possível durante toda a gestação.
Este crash, test feito no AZT da Allianz, dá boas dicas e mostra a diferença de estar com e sem o cinto: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/2C925F45A7E0EBFF/5/DPypb4Mf110
Mas não basta colocar o cinto e pronto. Devemos sempre atentar para a altura, que deve estar abaixo da linha do pescoço, e ajuste de cintura o mais fixo possível. Para as grávidas a atenção deve ser redobrada, para garantir a sua segurança e a do ‘passageiro’, aquele pequenininho dentro da barriga ;D
A dica principal para a futura mãe é nunca usar o cinto que só possui uma faixa, ainda existentes no centro do banco traseiro. O sinto ideal é o de três pontos (aquele com faixa inferior e diagonal) que distribui o impacto, não pressionando a parte inferior da barriga.
O uso adequado para a gestante passageiro é passar a faixa subabdominal abaixo da barriga, nunca sobre o abdome. Ela deve também ficar o mais ajustada possível, mas sem causar qualquer incômodo. Já a faixa transversal deve passar entre os seios e contornar a barriga. Vetado – totalmente – o uso de ‘presilhas’ na saída do cinto de segurança para evitar que ele aperte muito, afinal, esta é sua função.
Para as gestantes motoristas, a posição do cinto é a mesma, mas é importante afastar o banco para trás, deixando-o o mais longe possível do volante, sem comprometer ou dificultar a direção. Isso evita um choque maior em caso de colisão. E para os carros com regulagem de altura no volante, o ideal é deixá-lo o mais alto possível durante toda a gestação.
Este crash, test feito no AZT da Allianz, dá boas dicas e mostra a diferença de estar com e sem o cinto: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/2C925F45A7E0EBFF/5/DPypb4Mf110
30 setembro 2010
Arrepiando de moto por ai... mas com segurança.
Vai rolar logo no começo de outubro (dia 5 a 10, no Anhembi, SP) o Salão da Motocicleta, um evento para quem é apaixonado por moto, seja para lazer ou trabalho. O evento é organizado pelo bicampeão brazuca da Fórmula 1, Emerson Fittipaldi. E ele, como bom entendedor de motos e velocidade, deu umas dicas para quem quer sentir o vento batendo na cara com toda segurança. Vamos lá:
#1 Para dirigir uma moto por aí é importante que você saiba dirigir bem, não existe meio termo para este veículo. É obrigatório tirar a carteira de habilitação.
#2 Nunca corra nas ruas, onde há variação de movimentos, pessoas e carros, pois exige muita habilidade para tomar atitudes. Se quiser sentir adrenalina, vá para a Federação dos Motoclubes do Estado de SP (ou do seu Estado), associe-se e corra nos autódromos da sua cidade com toda a segurança.
#3. Quando estiver andando na rua, sinalize sempre com o pisca alerta e com a mão para facilitar o entendimento das suas ações pelos outros motoristas.
#4 mantenha distância dos demais carros, assim você evita acidentes em caso de frenagens e visualiza buracos e imperfeições na pista.
#5 Em marginais ou estradas, lugares onde o fluxo de carro é excessivo, fiquem na pista da direita (ou indicada pela sinalização), não anda entre os carros e respeite o limite de velocidade.
#6 Use o capacete corretamente em todas as ocasiões, amarrando todas as alças, fechos e fivelas que existir (rs) pra sua total proteção.
#7 Use luvas e tenha as mão protegidas em caso de quedas, já que é o nosso reflexo faz com que coloquemos a frente do corpo nestas situações.
E para proteger a sua moto - e o bolso - em caso de avarias, faça um bom seguro para a sua magrela: http://www.allianz.com.br/seguros_para_pessoas/auto_home_p/moto_p/index.asp
#1 Para dirigir uma moto por aí é importante que você saiba dirigir bem, não existe meio termo para este veículo. É obrigatório tirar a carteira de habilitação.
#2 Nunca corra nas ruas, onde há variação de movimentos, pessoas e carros, pois exige muita habilidade para tomar atitudes. Se quiser sentir adrenalina, vá para a Federação dos Motoclubes do Estado de SP (ou do seu Estado), associe-se e corra nos autódromos da sua cidade com toda a segurança.
#3. Quando estiver andando na rua, sinalize sempre com o pisca alerta e com a mão para facilitar o entendimento das suas ações pelos outros motoristas.
#4 mantenha distância dos demais carros, assim você evita acidentes em caso de frenagens e visualiza buracos e imperfeições na pista.
#5 Em marginais ou estradas, lugares onde o fluxo de carro é excessivo, fiquem na pista da direita (ou indicada pela sinalização), não anda entre os carros e respeite o limite de velocidade.
#6 Use o capacete corretamente em todas as ocasiões, amarrando todas as alças, fechos e fivelas que existir (rs) pra sua total proteção.
#7 Use luvas e tenha as mão protegidas em caso de quedas, já que é o nosso reflexo faz com que coloquemos a frente do corpo nestas situações.
E para proteger a sua moto - e o bolso - em caso de avarias, faça um bom seguro para a sua magrela: http://www.allianz.com.br/seguros_para_pessoas/auto_home_p/moto_p/index.asp
28 setembro 2010
Trânsito, transporte público e o paulistano
O Ibope e o Movimento Nossa São Paulo divulgaram estes dias uma pesquisa feita com moradores da capital sobre suas percepções sobre a cidade e o seu – ‘ótemo’ – trânsito. Eles ouviram 805 moradores da capital maiores de 16 anos no finalzinho de agosto, mas os resultados foram apresentados no Dia Mundial Sem Carro, durante a Semana de Mobilidade Urbana.
Mobilidade urbana foi o que a pesquisa não mostrou (rs), já que a média de tempo gasto por dia no trânsito (seja de carro ou transporte coletivo) é de 2 horas e 42 minutos. Só no trajeto casa-trabalho-casa, o tempo médio é de 1h49, sendo que 11 dos entrevistados gastam 3h ou mais.
O número de motoristas que usam o carro todos os dias caiu 3% de 2009 para este ano, ficando em 26%. 52% dos motoristas também disseram que estão mais dispostos a deixar o carro em casa caso o transporte público melhore. No ano passado, somente 40% tinha esta predisposição. ;D
E para melhorar o trânsito, 68% dos entrevistados dizem que é preciso expandir linhas de metrô e trens. Em segundo lugar, com 42%, ampliar linhas de ônibus e corredores.
E provando que não é só carro e ônibus que abarrota a rua, uma das “reclamações” dos entrevistados é a qualidade do ar e o controle de poluição que receberam notas mais baixas agora em relação a 2009, já que 79% dos consideram a poluição do ar o tipo de poluição mais grave e inaceitável.
Eu passei a deixar o carro mais dias em casa e sair mais de bicicleta, e quando preciso mesmo da minha caranga, organizo uma carona solidária, que impacta diretamente no meio amabiente e no meu bolso ($). O que é insustentável para você? Que medidas toma para melhorar o seu dia a dia?
Mobilidade urbana foi o que a pesquisa não mostrou (rs), já que a média de tempo gasto por dia no trânsito (seja de carro ou transporte coletivo) é de 2 horas e 42 minutos. Só no trajeto casa-trabalho-casa, o tempo médio é de 1h49, sendo que 11 dos entrevistados gastam 3h ou mais.
O número de motoristas que usam o carro todos os dias caiu 3% de 2009 para este ano, ficando em 26%. 52% dos motoristas também disseram que estão mais dispostos a deixar o carro em casa caso o transporte público melhore. No ano passado, somente 40% tinha esta predisposição. ;D
E para melhorar o trânsito, 68% dos entrevistados dizem que é preciso expandir linhas de metrô e trens. Em segundo lugar, com 42%, ampliar linhas de ônibus e corredores.
E provando que não é só carro e ônibus que abarrota a rua, uma das “reclamações” dos entrevistados é a qualidade do ar e o controle de poluição que receberam notas mais baixas agora em relação a 2009, já que 79% dos consideram a poluição do ar o tipo de poluição mais grave e inaceitável.
Eu passei a deixar o carro mais dias em casa e sair mais de bicicleta, e quando preciso mesmo da minha caranga, organizo uma carona solidária, que impacta diretamente no meio amabiente e no meu bolso ($). O que é insustentável para você? Que medidas toma para melhorar o seu dia a dia?
16 agosto 2010
Segurança no volante Vs Prazer por dirigir
Sou apaixonado por dirigir. Às vezes cansa. Tem dia que dá ‘bode’ de pegar trânsito ou encarar estrada por muitas horas. Acho que muitas pessoas pensam como eu, muitas simplesmente odeiam dirigir e só fazem pela obrigação de se ‘deslocar’.
E se você pudesse contar com um carro automatizado? Não estou falando do piloto automático como um descanso para os seus pés (rs) e sim da possibilidade de você dormir ou trabalhar durante uma rota.
Pois é, a direção automatizada já é uma realidade em estudos e mudaria muito a situação das estradas e ruas do Brasil (de qualquer lugar, na verdade). Diminuiria os riscos de dirigir com sono. E não se trata só de segurança, já que o carro estima a velocidade máxima e as condições externas e se adéqua a elas, melhoraria também diversos outros aspectos, como diminuição no trânsito e no combustível, logo, na poluição; os rodízios de placa para circulação seriam banidos e por ai vai.
Neste “sistema”, todos os carros andariam numa mesma velocidade e com distâncias menores entre eles, com esta margem de segurança, as faixas seriam mais estreitas e mais carros circulariam por ali. Com o tráfego mais livre e freando/acelerando menos o uso da gasosa é menor.
Na década de 80, foi feito um teste com uma Mercedes-Benz automatizada. Ela andou numa Autobahn (aquelas rodovias alemãs que são o sonho de qualquer motorista) em uma viagem de mais de 1000 Km acompanhado de um motorista por segurança. O carro percorreu mais de 150 km sem que o motorista (quase um figurante, rs) intervisse.
De lá para cá, essas pesquisas e os testes evoluíram muito, mas ainda vai demorar bastante tempo para que se chegue a uma fórmula totalmente segura onde automatização e o papel do motorista se encaixem, e de uma forma que as montadoras não sejam responsabilizadas por possíveis falhas (humanas? mecânicas?).
Agora ficam os meus questionamentos: qual seria o sistema ideal: total ou parcialmente automatizado? E o prazer por dirigir?
Aqui vai a matéria completa: http://www.knowledge.allianz.com.br/br/safety_security/carros_pilotagem_automatizada_os_computadores_podem_tornar_estradas_mais_seguras.html
E se você pudesse contar com um carro automatizado? Não estou falando do piloto automático como um descanso para os seus pés (rs) e sim da possibilidade de você dormir ou trabalhar durante uma rota.
Pois é, a direção automatizada já é uma realidade em estudos e mudaria muito a situação das estradas e ruas do Brasil (de qualquer lugar, na verdade). Diminuiria os riscos de dirigir com sono. E não se trata só de segurança, já que o carro estima a velocidade máxima e as condições externas e se adéqua a elas, melhoraria também diversos outros aspectos, como diminuição no trânsito e no combustível, logo, na poluição; os rodízios de placa para circulação seriam banidos e por ai vai.
Neste “sistema”, todos os carros andariam numa mesma velocidade e com distâncias menores entre eles, com esta margem de segurança, as faixas seriam mais estreitas e mais carros circulariam por ali. Com o tráfego mais livre e freando/acelerando menos o uso da gasosa é menor.
Na década de 80, foi feito um teste com uma Mercedes-Benz automatizada. Ela andou numa Autobahn (aquelas rodovias alemãs que são o sonho de qualquer motorista) em uma viagem de mais de 1000 Km acompanhado de um motorista por segurança. O carro percorreu mais de 150 km sem que o motorista (quase um figurante, rs) intervisse.
De lá para cá, essas pesquisas e os testes evoluíram muito, mas ainda vai demorar bastante tempo para que se chegue a uma fórmula totalmente segura onde automatização e o papel do motorista se encaixem, e de uma forma que as montadoras não sejam responsabilizadas por possíveis falhas (humanas? mecânicas?).
Agora ficam os meus questionamentos: qual seria o sistema ideal: total ou parcialmente automatizado? E o prazer por dirigir?
Aqui vai a matéria completa: http://www.knowledge.allianz.com.br/br/safety_security/carros_pilotagem_automatizada_os_computadores_podem_tornar_estradas_mais_seguras.html
28 julho 2010
Moto: prazeres e riscos
Nenhum outro veículo dá tanto poder de liberdade quanto uma moto. Quem tem uma se desloca mais rapidamente, economiza dinheiro em combustível, pedágio e estacionamento, não precisa levar os quatro passageiros - como nos carros - pra casa e por ai vai. Fora a sensação boa que deve ser ao pegar uma estrada, sempre imagino algo meio Rota 66 ouvindo Born to be wild.
Por obrigação da profissão, dirijo moto muito bem e preciso saber fazer algumas acrobacias proibidíssimas nas ruas e estradas. Coisas da profissão.
A minha moto é como um animal de estimação que cuido com todo o carinho e levo pra passear (rs). Mas para não me expor aos riscos só saio para dar umas voltas no fim de semana e com todos os itens de segurança obrigatórios. No dia a dia, prefiro rodar de carro, já que ele mesmo é um casco de proteção, diferente da moto.
Esse vídeo do Centro de Tecnologia Allianz fala da importância de alguns itens de segurança das motos, os básicos e os opcionais, como o ABS, que evita quedas e colisões quando precisamos frear com tudo. Os riscos existem em qualquer situação, num dá pra prever sempre o que os outros vão fazer no trânsito, mas grande parte deles pode ser evitada pelo motociclista.
Este é o vídeo: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/2C925F45A7E0EBFF/12/xsC-S0fkF_k
E se você tem moto, ajude contando quais são seus cuidados ou o que achou do vídeo. ;)
Por obrigação da profissão, dirijo moto muito bem e preciso saber fazer algumas acrobacias proibidíssimas nas ruas e estradas. Coisas da profissão.
A minha moto é como um animal de estimação que cuido com todo o carinho e levo pra passear (rs). Mas para não me expor aos riscos só saio para dar umas voltas no fim de semana e com todos os itens de segurança obrigatórios. No dia a dia, prefiro rodar de carro, já que ele mesmo é um casco de proteção, diferente da moto.
Esse vídeo do Centro de Tecnologia Allianz fala da importância de alguns itens de segurança das motos, os básicos e os opcionais, como o ABS, que evita quedas e colisões quando precisamos frear com tudo. Os riscos existem em qualquer situação, num dá pra prever sempre o que os outros vão fazer no trânsito, mas grande parte deles pode ser evitada pelo motociclista.
Este é o vídeo: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/2C925F45A7E0EBFF/12/xsC-S0fkF_k
E se você tem moto, ajude contando quais são seus cuidados ou o que achou do vídeo. ;)
19 julho 2010
Atrás de curtição, fugindo de confusão
De janeiro pra cá, 44 pessoas perderam a carteira de motorista ao serem pegas dirigindo bêbadas por São Paulo.
E, pros espetinhos que tentam furar as blitze da lei seca, muito cuidado: elas estão espalhadas pelas rotas prováveis e por vias que você nem imagina. Só em São Paulo, 53 bebuns passaram a noite no xadrez desde janeiro deste ano, além de pagar uma multa alta pela infração.
E engana-se quem acha que a lei seca é besteira. Desde que foi criada, os índices de acidentes baixaram cerca de 30%–40% nas cidades onde rola blitz. O SAMU, o resgate de emergência, registrou queda de 24% nos atendimentos de acidentes de trânsito feitos no Brasil todo.
Pra se divertir sem riscos (e sem arriscar a vida dos outros também), vá atrás de outras opções de transporte, tipo táxi, ônibus, metrô, trem e por aí vai, ou organize com seus amigos quem vai ser o motorista da rodada. Além de seguro pra todo mundo e pra sua caranga, poder se lembrar do que ninguém mais lembra no dia seguinte pode ser valioso hehehe.
16 julho 2010
Bicicleta: o melhor transporte do mundo
Já contei uma vez pra vocês que curto muito andar de bike. Acho mesmo o melhor transporte que existe: é atividade física que ajuda a fortalecer o corpo e o coração, não polui e evita o trânsito. Uso sempre pensando nestes três pontos e ainda quando é dia de rodízio e preciso sair. É a salvação pra quem pega metrô e ônibus lotados.
Mas bike não é só alegria. Pra sair – e voltar bem – você tem que se preparar com alguns itens de segurança. Olha como eu faço: uso sempre capacete e cotoveleiras e ‘colei’ um olho de gato na parte de trás, para os motoristas dos carros me verem a noite. Pra proteger meu corpo, uso sempre calça e casaco, independente do tempo, assim a queda fica amortecida e não fico todo ralado. Nunca ouço músicas ou fone de ouvido para ficar ligado só no trânsito.
E muito importante: não me acho o dono da rua. Sigo na mesma direção dos carros e o mais próximo da calçada. Paro nos semáforos e sinalizo os meus movimentos pra direita e esquerda como se estivesse no meu carro.
14 julho 2010
Por favor, não corra!
É comum ouvir na conversa de amigos alguém reclamando do que tomou uma multa por velocidade quando estava 7-10 km/h a mais que o permitido pra aquela via.
Não sou chato e nem o cara certinho, mas se existe a lei, existe algum motivo pra ela ter sido imposta, como evitar acidentes e resultados fatais.
E é nestes encontros entre amigos, onde a maioria me zoa de caretão, que aproveitei para mostrar este vídeo pra eles: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/AE4C3DA93AAB2AC7/0/XX_BxNw18XY
Por isso, não corra! ;)
13 julho 2010
De carona com o perigo
Hoje pedi uma carona para o Sêo Josué, um vizinho muito simpático de 62 anos que leva, todas as manhãs, os dois netos pra escola. Como precisava chegar muito cedo na produtora, às 7h já estava na porta de casa esperando a carona de Brasília 72 bege.
O carro do vizinho tá super bem conservado... até que entrei e notei a dura realidade da Brazóca. Linda por fora e um risco de morte por dentro: sem encosto de cabeça, cintos frouxos e, o pior, sem cadeira especial para seus netos que ainda nem fizeram 5 anos. Um verdadeiro fora da lei!
Em uma batida as chances dos passageiros, em especial as crianças fora da cadeira de segurança, serem ejetados do carro é muito alto: estudos americanos demonstram que as cadeiras de segurança reduzem em 71 % o número de mortes de crianças de colo e em 54% as mortes de crianças entre 1 e 3 anos. O risco dos netos do Josué se machucarem em uma colisão com velocidade média é de 47%.
Com o cinto de segurança a mesma coisa: evita que os passageiros da frente, que devem ter mais de 10 anos, sejam ‘expulsos’ do carro numa colisão. Já o encosto ameniza aquele tranco do pescoço em freadas bruscas.
Todos estes itens de segurança são obrigatórios por lei e não é por besteira, salvam vidas mesmo. Se seu carro é antigão é só procurar oficinas pra fazer esta adaptação.
Vê só esse teste de segurança que comprova a eficácia do cinto:
Eu que não faço nada sem segurança, pedi pro meu vizinho parar o carro: “Ôoo sêo Josué, deu vontade de ir na caminhada. Deixa que eu levo as crianças pra escola!”.
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