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13 maio 2011

Pneus calibrados, caminho tranquilo

Nem férias, nem feriado tão logo. O que era pra ser um período com menos serviço para o seu Antônio, o dono da retífica de pneus do bairro, acaba sendo uma alegria.

Ele me contou que grande parte dos motoristas, quando estão sem planos de viajar, esquece-se de calibrar e verificar a idade dos pneus de seus carros. Com isso, são surpreendidos por pneus murchos ou furados, desgastados de forma irregular. Se quer sabem que pneus “esvaziando” aumenta o consumo de combustível em até 10%: pneu murcho aumenta a área de contato com o chão e precisa de mais força (e dinheiro) para rodar.

O ideal é conferir a calibragem dos pneus toda semana. Em longas viagens, vale verificar todos os dias, evitando surpresas com pneus furados. Mas calibrar demais também é ruim para os pneus e seu carro, já que mais cheios de ar, eles ficam mais finos e desgastados na região central.

Por isso, sempre calibre os pneus usando as indicações de medidas do fabricante do pneu. E boa rodagem! ;D

09 maio 2011

Saiba o que fazer quando uma “batidinha“ atravancar o seu caminho

Depois de encontrar amigos no final da tarde de ontem, estava voltando para casa no meu carro e peguei o “maior” trânsito numa grande avenida aqui de São Paulo. Dois carros tinham colidido e ainda estavam ali quando um motorista apressado (e desatento), também se envolveu no acidente. Só pra piorar a confusão.

Quando um acidente acontece e não envolve vítimas, o ideal é não deixar os veículos obstruindo a via, sinalizando com cuidado e removendo-os da rua, tentando estacionar no melhor lugar para evitar trânsito e situações arriscadas.

E quando o automóvel tem seguro auto a dúvida do motorista é ainda maior: se eu alterar o local do acidente, a seguradora vai cobrir o meu sinistro? Geralmente, as seguradoras apoiam as decisões legais dos órgãos de trânsito, ainda mais se é para deixar o fluxo mais contínuo e sem novos acidentes.

Veja o que a minha seguradora indica:

. Antes de qualquer coisa, retire o carro da via com segurança.

. Converse com o outro motorista envolvido no acidente e tente captar o máximo de informações possíveis, como nome completo, telefone de contato, placa e modelo do carro.

. Ligue para a sua seguradora e faça um “aviso de sinistro”.

. Faça o Boletim de Ocorrência: por mais que o BO não seja essencial para a abertura do sinistro, é importante ter um documento com a sua versão dos fatos.

. Daqui em diante, é só tratar de consertar a sua caranga considerando os acordos feitos com o outro motorista envolvido e seguindo as dicas da sua seguradora.

Estas são as dicas da minha seguradora, a Allianz, verifique as regras da seguradora do seu automóvel ou mude para a minha ;D http://www.allianz.com.br/seguros_para_pessoas/auto_home_p/index.asp

05 maio 2011

Seguro auto não repara vidas

Às vezes a gente precisa ver ou viver algo pra “cair a fixa”. E o conselho que a Cleia Silva deu na página da Allianz (http://allianz.com.br/umconselho) é exatamente o tipo de coisa que sempre deveria ser lembrada. Veja só:












Muitos motoristas deixam seus carros na rua, dirigem como loucos (muitas vezes bêbados), não se preocupam com os demais carros e motoristas,... tudo isso por que possuem seguro auto que paga as avarias do automóvel e não deixa o prejuízo.

Mas e quando falamos em vida? A nossa, das pessoas que carregamos no nosso automóvel e das que estão nos outros carros, motos e calçadas? Não vale a pena tratar o volante com respeito e REPONSABILIDADE?

Pense nisto e deixe também o seu conselho: http://allianz.com.br/umconselho ;D

02 maio 2011

Duas rodas com toda a segurança

Esse meu trabalho atual é extremamente urbano: filmagens e mais filmagens sobre asfalto, pedras, prédios e por aí vai. No sábado gravamos uma perseguição com motos, e uma simples pedrinha foi capaz de derrubar o Fernando, um dublê especialista em cenas com motos.

Por baixo da nossa roupa, contamos com proteção para quedas. Ele não ralou e nem quebrou nenhum membro, mas ficamos bem assustados.

Existem dois tipos de “donos” de motos: os que trabalham e dependem dela para o ganha-pão e os que gostam de moto para passear e viajar. Ambos os casos pedem muita responsabilidade, atenção e prática para encarar as ruas e os riscos que ela traz. Um blog publicou 50 premissas para “arrasar” de moto por aí, vou reproduzir algumas aqui:

#1 Para a maioria dos motoristas a moto é invisível, porque o carro tem pontos-cegos que dificultam a visibilidade. Por isso, não acredite ser visível a todos os motoristas: nunca faça movimentos sem sinalizar ou que possa resultar em acidente.

#2 Seja paciente a uma falha, as consequências de encarar um erro ou uma disputa no transito começa mal e pode acabar muito pior. Perdoe a falha alheia.

#3 Vista-se para andar de moto e não para um passeio, mesmo que rápido. Roupas leves e tecidos ventilados são perfeitas para um dia quente, mas não ajudam em nada em caso de queda. Prefira calças e jaquetas de tecidos grossos, o jeans já auxilia.

#4 Esteja atento ao que acontece a sua frente. Enquanto você observa as pessoas na calçada ou o cachorrinho brincando com a bola, um ônibus ou carro pode frear de repente, você pode passar por um buraco ou outra situação inesperada pode acontecer.

#5 Evite trafegar perto da calçada, além do risco de atingir pedestres, é o local onde sujeiras se acumulam, como pregos, madeiras, sacos e outros materiais cortantes.

#6 Na estrada, não entre em curvas em alta velocidade: a causa de grande parte dos acidentes com motos. Em curvas sinuosas “entre devagar, saia depressa" (sempre respeitando os limites de velocidade), este é o lema de muitos campeões das provas com motos.


As outras 44 dicas você pode ver aqui:  http://migre.me/4pThM

27 abril 2011

Não deixe um sinistro acabar com a sua tranquilidade

Há algum tempo, escrevi aqui no A Vida Não Tem Dublê sobre segurados que burlam o seu seguro auto para se beneficiar de alguma forma. E hoje, relembrei este post com um conselho dado pelo Antônio José na página da Allianz (http://allianz.com.br/umconselho/). Veja só:
















Quando há um acidente sem vítimas entre automóveis, muitas vezes os acordos acabam sendo feitos no local, com troca de telefones e promessas. Essas promessas acabam movimentando o judiciário com processos sem fim e muitas vezes sem solução. E é por isso que o conselho do Antônio é muito válido.

O ideal, em uma batida ou qualquer tipo de ocorrência, é acionar os agentes de trânsito ou algum policial para que eles auxiliem a fazer a ocorrência dos fatos. Até que eles cheguem ao local, você já pode, de forma pacífica, chegar ao consenso do causador da ação. Independente disto, dirija-se a um Distrito Policial e providencie um Boletim de Ocorrência relatando o seu depoimento sobre o acidente (seja verdadeiro e não se esqueça dos detalhes).

Resolver amigavelmente é a melhor forma, se você foi o causador assuma as responsabilidades assumidas verbalmente e siga a lei e as indicações de procedimento da empresa seguradora do seu automóvel. Sendo a vítima, forneça informações para o causador e tente auxiliá-lo no decorrer da negociação e conserto do carro.

Se o causador criar algum tipo de problema, não resolva sozinho (isso pode ser perigoso), contrate um advogado para seguir com o processo na Esfera Civil.

E se você pudesse dar um conselho, qual seria? http://allianz.com.br/umconselho/ Participe, compartilhe a sua experiência. ;D 

18 abril 2011

Os riscos que assumimos com nossos atos

Tem um vídeo da Allianz que eu curto bastante que faz um paralelo entre uma colisão entre carros que estão a 60 e 65 km/hora: o resultado do choque é muito diferente mesmo sendo uma velocidade tão similar. Isso me faz crer que este seja o motivo de muitas vias de São Paulo terem baixado a velocidade máxima permitida em 10 km/h  agora no último dia 1º de abril.

E pilotando um carro, pequenas atitudes podem fazer toda a diferença. Os resultados podem ser muito mais graves. Veja alguns exemplos (antes de sair com o seu carro por aí):

. Colidir com um objeto fixo a uma velocidade de 60 km/h equivale a cair de um prédio de quatro andares (uma altura de aproximadamente 14 metros).

. Se a velocidade for de 80 km/h, o impacto equivale ao de uma queda livre de 25 metros.

. Mesmo que o veículo esteja numa velocidade de 20 km/h, o impacto sob um objeto fixo resulta numa força de até 15 vezes o peso da pessoa (considere que uma pessoa adulta consiga suportar, no máximo, um peso três vezes maior que seu próprio peso).

. Quando dois veículos a 25 km/h se chocam, as velocidades se somam, resultando num impacto correspondente a 50 km/h.

. Oito em cada 10 pessoas que não usavam o cinto de segurança morreram em acidentes com pelo menos um dos veículos a menos de 20 km/h.



E não deixe de assistir ao vídeo “A diferença entre 60 km/h e 65 km/h”: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/AE4C3DA93AAB2AC7/0/XX_BxNw18XY

14 abril 2011

Objetos voadores não identificados

Vi um vídeo no Youtube esses dias e não pude acreditar no mix de azar e sorte do motorista do carro. Ele vinha dirigindo o seu carro, provavelmente um utilitário, e uma câmera filmava a estrada e dois caminhões a sua frente. Do nada, um dos caminhões passa por “sujeiras” na pista e um pesado pedaço de madeira é arremessado contra o seu para-brisa. E o atravessa.

O motorista freia e, pelo que parece, nada de grave aconteceu e ninguém se feriu, fora o susto. Se você analisar o acidente logo pensa que é impossível prevê-lo, mas na verdade não conseguimos bloquear estes acontecimentos, mas conseguimos minimizar os riscos e seus resultados.

Manter distância do veículo da frente faz com que você ganhe visão e tempo hábil para reagir em determinadas situações, como ter a pista bloqueada (pense num caminhão tombando na sua frente) ou tendo algo arremessado contra o seu carro (você pode olhar rapidamente os retrovisores e desviar). Outra dica é se preocupar com a direção e as medidas de segurança e não em ficar filmando o seu caminho. ;D

Bem, agora é a sua vez de dizer como seria possível evitar este acidente. Veja o vídeo e comente aqui: http://www.youtube.com/watch?v=rOhgMAOrp0c 

05 abril 2011

Não é prevenção de acidentes, é atenção

Já falei algumas vezes aqui no A Vida Não Tem Dublê sobre prudência ao volante e em como evitar e prever acidentes. E por mais que o seu carro esteja revisado e você use os itens de segurança, sempre há uma atitude que pode oferecer um perigo... vide a carona que peguei com o meu pai ontem, já que era meu rodízio.


Ele entra no carro e antes mesmo de dar partida, ajusta os retrovisores e banco, coloca o cinto de segurança e distribui pasta e seus pertences nos devidos lugares. Seria um exemplo de organização se não colocasse o maço de cigarros no painel frente ao velocímetro e tentasse pegá-lo com o carro em movimento em curva. Dá para imaginar a mão dele travando o volante? Quase me autoejetei do carro (rs).


Por isso, peguei umas dicas no site da Allianz que vão além do cinto de segurança:


. Não fume nem use o celular enquanto dirige, além de tirar a sua atenção, o cigarro solta faíscas que podem queimar você ou o banco do seu carro.


. Ajuste o apoio de cabeça, ele evita lesões graves em caso de acidente.


. Não deixe objetos soltos dentro do carro, em uma colisão eles podem ser arremessados contra os passageiros.


. Se você utiliza lentes corretivas/ óculos, nunca deixe de usá-las enquanto dirige, por que é lei e por ser mais seguro.


. Sempre utilize os retrovisores para trocar de pista e nunca ultrapasse pela direita.


. Fique atento ao limite de velocidade (algumas vias na cidade de SP estão tendo suas velocidades alteradas de 70 para 60 km/h. Fique atento!).


. Não entregue o volante ou câmbio ao passageiro enquanto você faz outra atividade (acender o cigarro, procurar algo etc.), dirigir é responsabilidade única do motorista.


No mais, a dica é uma só: no volante esteja atento somente a ele! E enquanto você está no computador, divirta-se nos games que a Allianz preparou pra você se divertir e aprender mais sobre segurança: http://www.allianz.com.br/hotsites.asp?page=hot_site_dicas_de_transito (clique no verde do semáforo).

01 abril 2011

Carro importado sem problema

É só pegar um trânsito em São Paulo para notar a invasão dos carros importados. Às vezes penso que este aumento é relacionado ao preço dos nacionais, que chegam a custar um valor muito próximo dos importados de mesma categoria. E vale lembrar que os carros populares já não são mais tão populares como antigamente, já que ganharam adicionais que encareceram o seu custo final. Fator que também pode ter acelerado a venda dos “carros gringos”, que aumenta cerca de 150% a cada ano.

O que quase ninguém lembra na hora de comprar é o custo posterior a compra com manutenção e peças, o que pode acabar com o sonho de andar num importado. Por isso, aqui vão algumas dicas de um grande amigo que já teve grandes surpresas a bordo da sua caranga e agora faz uma boa pesquisa antes da compra:

# Existem oficinas especializadas no Estado onde você mora e nas cidades que você mais visita? Muitas montadoras ainda não se instalaram bem no país, o que pode dificultar a troca de uma simples peça.

# Quanto tempo demora a entrega de peças e serviços essenciais?

# Quanto custa a manutenção básica do seu carro? Qual preço de tabela de itens essenciais, como retrovisores, pneus, pastilhas de freio, amortecedores, palhetas do limpador de vidro, protetor de cárter e muitos outros itens que,  geralmente possuem custo acessível, mas que pode surpreender no caso dos importados.

Saber quanto o seu carro custará depois da compra é essencial para ficar totalmente satisfeito por um longo período. Antecipe-se fazendo pesquisas e cotações. ;D

30 março 2011

Alimentando bem o seu veículo

Se tem uma coisa que gosto de fazer é comer bem. E não me esqueço de uma vez que estava gravando no centro da cidade e comi o yakissoba de um ambulante. A origem duvidosa se confirmou nos próximos 3 dias em que passei mal.

E com o carro é a mesma coisa: combustível de origem duvidosa (ou em pouca quantidade) pode fazer grandes estragos na sua caranga. Por isso, esteja sempre atento e siga estas dicas:

. Prefira postos vinculados a uma distribuidora de combustível (BR, Shell, Ipiranga, Texaco etc.). Essas “grandes” geralmente oferecem teste, na hora, de qualidade do combustível que se está comprando, mostrando possíveis impurezas, assim prevenindo problemas causados por sujeira no tanque.

. Sempre utilize o tipo de combustível indicado no manual de instruções do veículo para que não ocorra nenhum dano ao motor. Em carros que aceitar gasolina e etanol, procure mesclar o abastecimento com os dois tipos.

 . Ao abastecer o seu carro, verifique as informações da bomba, como valor, quantidade, tipo de combustível e se a bomba estava zerada ao iniciar a sua “compra”. Observe também, se o combustível não transbordou, pois além de manchar a lataria, pode acumular produto nos dutos e dificultar o funcionamento do motor.

. Combustível na reserva, não só pode te deixar na mão, como faz com que o pouco que está dentro do tanque, evapore mais rápido devido a alta quantidade de ar que há lá dentro. Prefira abastecer bem cedo, quando o combustível está mais denso e garante maior quantidade no tanque.

Viu como o seu carro também precisa de cuidados na alimentação? (rs)

28 março 2011

Adesivo de família no carro: o seu tem?

Essa mania de adesivo no carro indicando a formação da família do dono do carro (alguns colocam até dos animais de estimação), sempre me pareceu um pouco arriscada. É como informar a um possível sequestrador ou assaltante que tenho pessoas a quem ele pode extorquir. Por isso, nunca cogitei usar no meu auto e sempre incentivei meus amigos que também não utilizasse.

Mas não é que um delegado aqui da rua me disse que não há registros de que esses adesivos estejam guiando criminosos. Disse ainda que sequestros e sequestro-relâmpago acontecem quando se tem informações do alvo através de pessoas conhecidas, como funcionários, vizinhos, e observando o seu cotidiano (hora que sai e retorna pra casa, chega ao serviço, período que deixa as crianças na escola etc.).

Outra coisa que ‘aprendeu’ no seu dia a dia, é que os ladrões acreditam que quem tem carro tem conta em banco e, possivelmente, itens de valor no carro. Informações postadas nas redes sociais também podem auxiliar num assalto/ sequestro. E isto sim realmente os motivam para agir.

E eu, que insistia em dizer que os adesivos podiam auxiliar na ação de bandidos, ganhei a seguinte resposta do delegado: “Pois é, Fortunato, discrição nunca é demais”. =D

16 março 2011

Verdades X Mitos automotivos

Sai logo cedo para uma reunião hoje. Na volta recebo o seguinte sms do meu Pai “Filho, faça um favor: passe na oficina do José e pegue uma garrafinha de óleo de mamona”. Chegando em casa meu pai já estava pronto para utilizar a poção mágica... no meu carro.

Hoje contamos com uma série de inovações tecnológicas para cuidar do carro com muita segurança, sem prejudicar o seu funcionamento e sua aparência, mas nas décadas passadas, muita lenda rondava os cuidados automotivos. Para o meu pai, por exemplo, o óleo de mamona é ótimo para limpar os vidros e evitar que embacem rapidamente, o que é uma verdade. Mas ele também queria passar o tal óleo no chassi para ajudar na sua conservação, puro mito: a prática pode fazer com que a sujeira se prenda ainda mais, além de corroer as borrachas de vedação.

E este universo é rondado por verdades X mitos, como estes que pesquisei para postar aqui no blog:

Verdadeiro

# Pisar na embreagem antes de ligar o motor: a prática ficou esquecida, mas ainda ajuda a aliviar a carga no volante do motor no momento da ignição, embora não exista uma orientação oficial das fábricas para que esse procedimento seja adotado.

# É melhor comprar peças nas concessionárias: elas recebem peças das fábricas de automóveis devidamente checadas pelo controle de qualidade. O que lhe garante maior garantia de reposição, da peça e do serviço.

# Gasolina é mais econômica que o etanol: para mover carros de igual peso é necessário mais etanol (o conhecido álcool) que gasolina, isso porque a gasolina produz mais energia que o álcool.


Mito

# Ultrapassar semáforos vermelhos durante a madrugada: apesar do risco de assaltos, principalmente nas grandes cidades, não existe lei que impeça a autuação por passar em farol vermelho em nenhum horário. O ideal é diminuir a velocidade e aproximar-se vagarosamente no cruzamento até que o semáforo fique verde.

# Passar em lombadas/ valetas com o carro na diagonal, uma roda por vez: com o carro em linha reta o carro sofrerá uma torção menor, molas e amortecedores trabalharão ao mesmo tempo, gerando mais conforto a todos passageiros.

# Trafegar com o pisca alerta na neblina para sinalizar que meu carro está ali: o pisca alerta só deve ser usado com o carro parado, esta é a sua função. Nunca ligue o pisca alerta (ou mesmo o farol alto) quando estiver trafegando no meio da neblina. O correto é diminuir a velocidade e ligar os faróis baixos ou de neblina.


Você pode até ter achado o CFC – Curso de Formação de Condutores chato, mas viu como ele é essencial se bem ministrado? (estas dicas foram pesquisadas na revista QuatroRodas)

11 março 2011

Eu, mecânico nas horas vagas...

Depois de mais de 5 dias sem sair da garagem, precisei do carro e... e... e nada. Dei partida e meu carro não deu sinal algum de vida, nem uma ‘engasgada’ sequer. Comecei a analisar e não consegui descobrir o que impedia o funcionamento. Levei na oficina e na mesma tarde eles repararam a bomba do combustível que impedia que a gasolina chegasse ao sistema.

Muitas vezes nos deparamos com pequenos problemas que impedem o funcionamento normal do carro, muitas delas podemos resolver em casa mesmo, se não for o caso, ao menos devemos saber como não agravar ainda mais. Veja só:

BOBINA: pode haver um superaquecimento da bobina, peça responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. Quando isso ocorre, pode ser um sinal de desgaste da peça. Ela para de produzir corrente e o carro não liga. O jeito é esperar que esfrie para tentar ligá-lo novamente. Trata-se de uma solução de emergência, assim que puder, passe em um autoelétrico e troque a peça.

BOMBA DE COMBUSTÍVEL: muitas vezes a bomba de combustível falha e não consegue mandar o liquido na pressão ideal para o sistema. Em carros com injeção eletrônica, uma maneira de saber se ela está funcionando é fechar os vidros e tentar dar a partida. Nesse momento é possível ouvir o zumbido da peça funcionando. Se não escutar esse barulho, o problema certamente está na bomba. Trocá-la é um procedimento rápido e que pode ser feito no local por um mecânico experiente.

CORREIA DENTADA: ligada ao eixo do comando de válvulas, a correia é acionada pelo motor. À menor suspeita de que tenha se rompido, pare o carro e não tente dar a partida. A troca só deve ser feita em oficina ou concessionária. Mesmo assim, ajuda ter uma de reserva. Os fornecedores da peça recomendam sua substituição a cada 40 ou 50 mil quilômetros.

TAMPA DO DISTRIBUIDOR: tampa do distribuidor trincada não deixa que o carro funcione. Quando isso acontece, a distribuição de energia para as velas fica prejudicada, ocasionando fuga de corrente elétrica. A solução é trocar a tampa, o que se pode fazer até sozinho com um mínimo de conhecimento sobre mecânica.


Algumas vezes, trata-se de um problema pequeno onde podemos não só analisar, como ‘consertar’. O site da revista 4Rodas publicou as dicas anteriores e uma lista dos ‘sintomas’ de alguns problemas comuns dos carros: http://quatrorodas.abril.com.br/QR2/autoservico/mecanica/pane.shtml ;D

10 março 2011

Carro novo (até que se prove o contrário)

Como sou especialista em pilotar carros durante as filmagens, meus amigos acham que entendo tudo de automóveis. Hoje o Luis, um amigo da faculdade de Filosofia, me ligou e pediu uma ajuda para comprar o seu carro novo que, neste caso, é usado.

Como no fim de semana estarei ocupado e não poderei ajudá-lo, indiquei as dicas da Allianz para comprar um carro nestas condições. No site é possível saber tudo o que avaliar, dentro e fora do seu novo veículo, veja só:

#Aspectos visuais:

1. Sempre verifique o carro de dia, nunca durante a noite ou em local escuro, para aproveitar a luz natural.

2. Observe o estado geral do carro andando ao redor dele. Isso inclui a estética do carro, a limpeza, o brilho da pintura e os acessórios em geral.

3. Abaixe-se até a altura dos faróis e lanternas traseiras para visualizar toda a lateral do carro. Fique atento com o alinhamento das peças, as eventuais "ondulações" na lataria e a diferença de cor na pintura entre as peças.

4. Veja se há diferença de tonalidade entre os faróis do lado esquerdo e direito, assim como nas lanternas traseiras. Caso haja, isso é uma evidência de que o componente foi substituído.

5. Abra e feche as portas, o capô e a tampa do porta-malas a fim de perceber se há dificuldade no manuseio ou diferença expressiva no alinhamento das peças.

6. Compare a quilometragem com o ano do carro. Em média, um carro roda em torno de 15 a 20 mil km por ano. Desconfie de quilometragens muito baixas ou muito altas.

7. Confira se a parte elétrica está toda funcionando: faróis, setas e luzes, assim como vidros elétricos, travas, alarme e painel interno.



Você ainda encontra dicas para verificar a parte mecânica e a documentação do usado que deseja comprar, clique aqui http://www.allianz.com.br/hotsites.asp?page=hot_site_carro_usado  E boa escolha!

03 março 2011

O bem-estar da sua caranga

Tio Alfredo recebe uma porção de apelidos maldosos por conta da sua pouca atenção. No almoço de domingo, todos tiraram um sarro da sua cara por conta de um episódio: na estrada, seu carro parou por conta de um pneu furado e estava sem estepe. Anoiteceu e ele não conseguia sinalizar corretamente, as luzes do pisca não funcionavam. Um caminhão passou e jateou lama nos para-brisas, ao tentar limpar percebeu que não tinha água no reservatório.

É por essas e outras ocorrências que a revista QuatroRodas faz matérias alertando sobre a manutenção preventiva, que não precisa ser feita na oficina mecânica. Estas dicas devem ser feitas em casa, na seguinte periodicidade.

Toda semana:

Lavadores dos vidros | Crie o hábito de conferir se é preciso completar a água dos limpadores. Acrescente também um pouco de detergente específico. Não use detergente doméstico, pois esses produtos contêm soda cáustica em sua formulação, o que pode ocasionar manchas na pintura.

Óleo do motor | Verifique o nível do óleo do cárter com o veículo sobre uma superfície plana e, de preferência, com o motor frio. Confira no manual a localização da vareta, limpe-a e volte a colocá-la no lugar. Tire novamente e cheque o nível, que deve estar entre as marcas de mínimo e máximo. Se o nível estiver baixo, complete, utilizando um produto com a especificação recomandada pelo fabricante do veículo. Nunca ultrapasse o nível máximo.

Pressão dos pneus | Veja sempre que puder, ou antes, de viajar, seguindo a indicação do manual do proprietário. Lembre-se de que os pneus devem estar frios, ou seja, não devem ter rodado mais do que 3 quilômetros, incluindo o estepe. Acima dessa distância, o atrito dos pneus com o solo aquece o ar interno, que se expande e distorce a calibragem.



Todo mês:

Fluido da direção hidráulica | Para checar o nível, basta abrir o reservatório e conferir, por meio do medidor existente na própria tampa. Complete com o óleo indicado pelo fabricante no manual do proprietário.

Lâmpadas | Verifique o funcionamento das lâmpadas e substitua, se houve necessidade. O processo é simples, mas deve se ter cuidado ao manusear a lâmpada nova, principalmente se for dos faróis. Evite tocar o bulbo, pois a oleosidade natural da pele vai tornar o vidro amarelado, reduzindo sua eficiência e até mesmo diminuindo a vida útil. Se for inevitável, limpe a lâmpada depois, com um pano umedecido com álcool.



Ocasionais:

Palhetas dos limpadores | Providencie a substituição das palhetas toda vez que a borracha estiver ressecada ou danificada, para que não perca a eficiência ou risque o para-brisas. Adquirir um produto específico para o seu automóvel.

Filtro de ar | Veja no manual do veículo a localização do compartimento do filtro de ar e confira seu estado. Sua duração é de aproximadamente 10 mil quilômetros, mas quem trafega em locais muito empoeirados/estradas de terra, deve trocá-lo com mais frequência. Em alguns casos, leves pancadas são suficientes para limpá-lo e dar uma sobrevida. Nunca use jatos de ar comprimido.

Fusíveis | Se o farol não ascende e a lâmpada não está queimada, então a causa deve ser o fusível. Confira no manual do veículo a localização do compartimento de fusíveis. Verifique qual deles é o responsável pelos faróis, retire-o e substitua por um novo. Não improvise com fusíveis, sempre realize a troca com um fusível de mesmo material e amperagem, para não causar sérios danos ao sistema elétrico do automóvel, curto-circuito e até mesmo incêndio.


Independente do serviço faça sempre com muito cuidado, munido de materiais de segurança e o manual do seu carro. Não banque o mecânico e certifique-se de estar fazendo o melhor para você e para o seu carro.

01 março 2011

Preparado para o carnaval? E o seu carro?

De férias forçadas há algum tempo, não estou achando muita graça na movimentação dos meus amigos e parentes para combinar o carnaval. Se em uma viagem de fim de semana os riscos (acidentes, roubos/ furtos, insolação e muitas outras coisas) já são inúmeros, multiplique os riscos no carnaval.
Já falei de cuidados na praia e também sobre comportamento na estrada, mas vou aproveitar que estamos no começo da semana para reproduzir algumas dicas da Allianz, minha seguradora, para os cuidados com o seu carro antes de pegar estrada:

#1 Antes de pegar a estrada faça um check-up geral no seu carro.
#2 Verifique se os pneus não estão carecas ou com baixa pressão, pois isso pode provocar instabilidade do veículo na chuva e, principalmente, dificuldade na frenagem. Faça o rodízio dos pneus, colocando os do eixo traseiro no eixo dianteiro.
#3 Certifique que a parte elétrica do seu carro esteja em perfeito funcionamento: luzes de freio, piscas, lanterna, farol e painel.
#4 Os freios e a suspensão do carro devem estar em perfeito estado, pois são importantes para uma viagem segura.
#5 Encha o tanque do carro com o combustível adequado e não esqueça de verificar os níveis de óleo e água.
#6 Mantenha os documentos do carro e a sua carteira de habilitação sempre com você. E se você for segurado Allianz Auto não se esqueça de ter em mãos a ‘carteirinha’, com telefones da Assistência 24h em todo o Brasil para caso você precise de um ‘help’. A Allianz também realiza check-ups e dá desconto na troca de itens de segurança do seu carro. ;D

Boa viagem e bom carnaval!  Você pode ler as dicas na íntegra acessando: http://www.allianz.com.br/hotsites.asp?page=hot_site_dicas_de_seguranca

28 fevereiro 2011

Investir hoje, garantir amanhã

Hoje chegou a renovação do meu seguro auto. Há anos com a Allianz sem acionar o seguro. A seguradora sai ganhando e eu também, já que todo ano garanto bônus do bom segurado (rs). Mas no Brasil, parte dos carros não tem a sorte do meu: ou já ‘abriram’ um sinistro ou não tem seguro.

Estima-se que no Brasil somente cerca de 30% dos carros possuam seguro. Já nos EUA, o número de carros com alguma proteção, em caso de sinistros, chega a quase 100%. Por que isso acontece, se o número de roubos, furtos e acidentes de trânsito aqui é imensamente maior do que lá?

Nos EUA, a lei é severa para quem comete crimes estando na direção de um automóvel. Na verdade, é severa até mesmo para pequenos acidentes (uma colisão já é considerada crime, mesmo sem feridos ou mortos). Aqui, quando se trata de uma pequena colisão, tentamos resolver no local com trocas de telefones, raramente os acidentes de trânsito vão parar na delegacia policial e terminam em processos criminais. Lá o índice de roubos e furtos é baixíssimo e comprar um carro é um investimento muito menor do que aqui: enquanto compramos um carro popular no Brasil, é possível nos EUA, usando o mesmo valor em dinheiro, compra um carro luxuoso.

Consegui explicar o meu ponto de vista do por que da importância de investir em um seguro auto no Brasil? 1. Alto índice de roubos e furtos; 2. Alto índice de acidentes de trânsito; e 3. Automóveis de alto custo, o que “dificulta” a compra de um novo ou o seu reparo. Não deixe o seu carro desprotegido! ;D

25 fevereiro 2011

Película de proteção solar: certo e errado

Possuir película de proteção solar nos vidros do carro, além de deixá-lo com temperatura mais amena, oferece mais segurança contra assaltos, já que bloqueia parte da visão do bandido, que não sabe se dentro do carro tem uma ou mais pessoas, se é homem ou mulher.

O que muita gente não sabe (eu mesmo não sabia ao certo) é que existe uma regulamentação para o uso do Insulfilm, como é popularmente chamada esta película. Por isso, se você quer garantir um clima melhor dentro da sua caranga e mais segurança sem fugir da lei, siga o que determina o CONTRAN - Conselho Nacional de Trânsito.

As transparências podem variar entre 5%, 20%, 50%, 70%, 75% e até 100%, mas em lei só é permitido transparências acima de 28%, respeitando a seguinte distribuição:

. de 28% a 100% para o conjunto dos vidros das laterais traseiras e o vidro traseiro;

. de 70% a 100% para o conjunto dos vidros das laterais dianteiras; e

. de 75% a 100% para o para-brisa (opcional).





















Quando instalado a película é obrigatório que ela leve uma espécie de carimbo com as informações da marca do instalador da película e o índice de transmissão luminosa, visível da parte externa do carro.

Apesar de ser um ‘item’ opcional a lei é clara quanto ao seu uso e consequências: o carro que não seguir essas porcentagens poderá ser multado em R$ 127,69, receberá 5 pontos na carteira de habilitação e terá o carro retido até a regularização da película. Aposto que você também acha que não vale a pena ficar ilegal, não é mesmo?! ;D

17 fevereiro 2011

Ajudando em um acidente.

No último sábado, quando gravava em São Luís, partimos para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. O que já estava bom ficou ainda melhor, mas por pouco tempo: na estrada nos deparamos com um acidente envolvendo um carro e uma moto.

Estávamos em duas vans e o motorista da minha, incentivado pelos passageiros, parou para ajudar. ‘Mas ajudar com o quê?’ eu perguntava, já que nesta situação o melhor que podemos fazer é ligar para os telefones de resgate e salvamento e pedir que se encaminhem imediatamente para o local.

Enquanto impedia que os atores e produtores chegassem muito perto dos acidentados, explicava por que tinha aquela atitude:

# Exceto se você for médico / paramédico, nunca toque as vítimas ou as removam do local onde estão. Não permita que outras pessoas façam isso, para que as lesões não sejam agravadas.

# A sua principal função será evitar o pânico, confortar os feridos, pedir o socorro e sinalizar o local com triângulo, galhos ou lanternas.

# Se outras pessoas já estiverem no local, siga adiante e tente avisar a autoridade mais próxima, parando em um posto policial ou ligando para a Polícia Rodoviária Estadual (telefone 198) ou Federal (191).

# Antes de tentar prestar qualquer socorro, evite ser mais uma vítima: pare o carro com cautela no acostamento e sinalize com o pisca alerta e o triângulo.

Nunca esqueça que existem pessoas especializadas para realizar o salvamento em qualquer tipo de acidente. Não tente fazer isso. ;D

16 fevereiro 2011

Você sabe o que significa cada taxa paga para manter o seu carro?

Tirando o seguro auto, que não é obrigatório, mas muito importante para assegurar o proprietário do carro em caso de colisão e avarias, todos os anos pagamos algumas taxas e impostos sem ao menos saber a sua função, pelo simples poder da lei.

Pagamos e muitas vezes reclamamos, mas saiba que existe um motivo para esses três amigos do seu carro e inimigos do seu bolso:

IPVA | O tributo anual para proprietários de automóveis, motocicletas, caminhões, ônibus, aeronaves e embarcações, cujo custo é baseado no valor venal do veículo, é aplicado em serviços públicos (saúde, educação e segurança).

Licenciamento | Autoriza o veículo a circular em território nacional, por isso, deve ser sempre carregado junto ao documento do carro e carta de motorista do condutor. A ideia é que o Licenciamento seja vinculado a uma vistoria rigorosa das condições do veículo, mas ainda levará algum tempo para que seja regra em todo o país. Por enquanto, ela serve para cobrir os custos da emissão da documentação do veículo. Confira o cronograma:


Seguro Obrigatório | ampara as vítimas de acidentes que envolve veículos em todo o país. Qualquer pessoa que for vítima de um acidente (ou, em caso de morte, o seu beneficiário), pode requerer a indenização do Seguro Obrigatório DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres). As indenizações são pagas individualmente, não importando quantas vítimas o acidente tenha causado e não dependem da apuração de seus culpados. Mesmo que o veículo não possa ser identificado, as vítimas têm direito a cobertura, que prevê indenizações em casos de morte e invalidez permanente, além de reembolso de despesas médicas e hospitalares. Mais informações aqui: http://www.dpvatseguro.com.br


Com essas informações ficou bacana estar dentro da lei. =D