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16 fevereiro 2011

Você sabe o que significa cada taxa paga para manter o seu carro?

Tirando o seguro auto, que não é obrigatório, mas muito importante para assegurar o proprietário do carro em caso de colisão e avarias, todos os anos pagamos algumas taxas e impostos sem ao menos saber a sua função, pelo simples poder da lei.

Pagamos e muitas vezes reclamamos, mas saiba que existe um motivo para esses três amigos do seu carro e inimigos do seu bolso:

IPVA | O tributo anual para proprietários de automóveis, motocicletas, caminhões, ônibus, aeronaves e embarcações, cujo custo é baseado no valor venal do veículo, é aplicado em serviços públicos (saúde, educação e segurança).

Licenciamento | Autoriza o veículo a circular em território nacional, por isso, deve ser sempre carregado junto ao documento do carro e carta de motorista do condutor. A ideia é que o Licenciamento seja vinculado a uma vistoria rigorosa das condições do veículo, mas ainda levará algum tempo para que seja regra em todo o país. Por enquanto, ela serve para cobrir os custos da emissão da documentação do veículo. Confira o cronograma:


Seguro Obrigatório | ampara as vítimas de acidentes que envolve veículos em todo o país. Qualquer pessoa que for vítima de um acidente (ou, em caso de morte, o seu beneficiário), pode requerer a indenização do Seguro Obrigatório DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres). As indenizações são pagas individualmente, não importando quantas vítimas o acidente tenha causado e não dependem da apuração de seus culpados. Mesmo que o veículo não possa ser identificado, as vítimas têm direito a cobertura, que prevê indenizações em casos de morte e invalidez permanente, além de reembolso de despesas médicas e hospitalares. Mais informações aqui: http://www.dpvatseguro.com.br


Com essas informações ficou bacana estar dentro da lei. =D

11 janeiro 2011

Taxi X carro próprio: é carro próprio na cabeça!

Uso pouco o meu carro desde que aderi ao ‘vá de bike’. Com essa atitude contribuo com o meio ambiente diminuindo as emissões de gases, economizo com estacionamento e combustível e ainda tenho uma boa atividade física.

Pensando nisto, cogitei vender minha caranga e viver de bike e taxi, mas antes de tomar esta decisão achei uma matéria que faz uma comparação de gastos taxi X carro próprio que me fez mudar de ideia.

Mesmo considerando os gastos com combustível, IPVA, manutenção, seguro e estacionamento de um carro que rode 20 quilômetros por dia, ainda assim a sua caranga é a opção de menor custo. E isto serve para todas as capitais brasileiras segundo um estudo da revista Superinteressante.

Em Curitiba, que apresenta a bandeirada mais alta (e rápida) não compensa se você ultrapassar 5 km do seu destino. Ruim para o planeta, para o trânsito e pior ainda para os taxistas, que perdem clientes.

Para determinar quanto se paga por uma corrida de taxi, as cooperativas levam em conta o valor da gasolina, a manutenção do veículo e as taxas para regulamentar o automóvel. Quase as mesmas coisas que o motorista comum paga no carro próprio. O preço varia de capital para capital porque acompanha o custo de vida de cada região.

São Paulo possui o litro de gasolina mais barato das capitais brasileiras, já o estacionamento está entre os mais caros, mesmo assim vale à pena investir num carro popular. O Rio de Janeiro tem a melhor condição para andar de táxi: os carros apresentam altos preços e os taxis uma bandeira barata.

Se decidir por ficar com o seu carro, não deixe de investir em um bom seguro auto. ;D