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29 abril 2011

Não ofusque o brilho do seu carro

A Helena, minha vizinha, está fazendo uma cobertura para a sua garagem. Isso depois de perder 50% do valor do seu carro na venda por que a pintura estava comprometida de tanto tomar Sol+Chuva. De carro 0 km ela não quis se arriscar novamente.

E lá fui eu, dublê intrometido, conhecer o carro chinês cheio de itens de fábrica cor gelo e dar dicas de como tratá-lo bem:

. Lave a sua caranga uma vez por semana ou quando tiver acumulo de poeira, sujo de barro, chuvas (a chuva é acida, não se esqueça) e maresia (que é corrosiva).

. A cada 6 meses faça (ou leve em uma oficina) o polimento da pintura. Além de deixar o carro brilhando, a cera age como uma camada protetora da lataria do seu carro.

. Procure, uma vez por mês, aplicar cera cristalizadora usando estopa nova e sem resíduos. Após a aplicação, tire o excesso e lustre usando uma flanela seca em movimentos circulares sobre a lataria.

. Caso o seu carro fique estacionando ao ar livre, procure cobri-lo com uma capa, assim protegendo-o dos efeitos do Sol, poeira, vento, chuva etc.


E se você lava o carro em casa, pegue essas dicas para fazer isso sem prejudicar a pintura: http://avidanaotemduble.blogspot.com/2011/03/todo-carro-tem-cara-do-dono.html ;D

16 março 2011

Verdades X Mitos automotivos

Sai logo cedo para uma reunião hoje. Na volta recebo o seguinte sms do meu Pai “Filho, faça um favor: passe na oficina do José e pegue uma garrafinha de óleo de mamona”. Chegando em casa meu pai já estava pronto para utilizar a poção mágica... no meu carro.

Hoje contamos com uma série de inovações tecnológicas para cuidar do carro com muita segurança, sem prejudicar o seu funcionamento e sua aparência, mas nas décadas passadas, muita lenda rondava os cuidados automotivos. Para o meu pai, por exemplo, o óleo de mamona é ótimo para limpar os vidros e evitar que embacem rapidamente, o que é uma verdade. Mas ele também queria passar o tal óleo no chassi para ajudar na sua conservação, puro mito: a prática pode fazer com que a sujeira se prenda ainda mais, além de corroer as borrachas de vedação.

E este universo é rondado por verdades X mitos, como estes que pesquisei para postar aqui no blog:

Verdadeiro

# Pisar na embreagem antes de ligar o motor: a prática ficou esquecida, mas ainda ajuda a aliviar a carga no volante do motor no momento da ignição, embora não exista uma orientação oficial das fábricas para que esse procedimento seja adotado.

# É melhor comprar peças nas concessionárias: elas recebem peças das fábricas de automóveis devidamente checadas pelo controle de qualidade. O que lhe garante maior garantia de reposição, da peça e do serviço.

# Gasolina é mais econômica que o etanol: para mover carros de igual peso é necessário mais etanol (o conhecido álcool) que gasolina, isso porque a gasolina produz mais energia que o álcool.


Mito

# Ultrapassar semáforos vermelhos durante a madrugada: apesar do risco de assaltos, principalmente nas grandes cidades, não existe lei que impeça a autuação por passar em farol vermelho em nenhum horário. O ideal é diminuir a velocidade e aproximar-se vagarosamente no cruzamento até que o semáforo fique verde.

# Passar em lombadas/ valetas com o carro na diagonal, uma roda por vez: com o carro em linha reta o carro sofrerá uma torção menor, molas e amortecedores trabalharão ao mesmo tempo, gerando mais conforto a todos passageiros.

# Trafegar com o pisca alerta na neblina para sinalizar que meu carro está ali: o pisca alerta só deve ser usado com o carro parado, esta é a sua função. Nunca ligue o pisca alerta (ou mesmo o farol alto) quando estiver trafegando no meio da neblina. O correto é diminuir a velocidade e ligar os faróis baixos ou de neblina.


Você pode até ter achado o CFC – Curso de Formação de Condutores chato, mas viu como ele é essencial se bem ministrado? (estas dicas foram pesquisadas na revista QuatroRodas)

11 março 2011

Eu, mecânico nas horas vagas...

Depois de mais de 5 dias sem sair da garagem, precisei do carro e... e... e nada. Dei partida e meu carro não deu sinal algum de vida, nem uma ‘engasgada’ sequer. Comecei a analisar e não consegui descobrir o que impedia o funcionamento. Levei na oficina e na mesma tarde eles repararam a bomba do combustível que impedia que a gasolina chegasse ao sistema.

Muitas vezes nos deparamos com pequenos problemas que impedem o funcionamento normal do carro, muitas delas podemos resolver em casa mesmo, se não for o caso, ao menos devemos saber como não agravar ainda mais. Veja só:

BOBINA: pode haver um superaquecimento da bobina, peça responsável por gerar a corrente de alta tensão que provoca a faísca nas velas. Quando isso ocorre, pode ser um sinal de desgaste da peça. Ela para de produzir corrente e o carro não liga. O jeito é esperar que esfrie para tentar ligá-lo novamente. Trata-se de uma solução de emergência, assim que puder, passe em um autoelétrico e troque a peça.

BOMBA DE COMBUSTÍVEL: muitas vezes a bomba de combustível falha e não consegue mandar o liquido na pressão ideal para o sistema. Em carros com injeção eletrônica, uma maneira de saber se ela está funcionando é fechar os vidros e tentar dar a partida. Nesse momento é possível ouvir o zumbido da peça funcionando. Se não escutar esse barulho, o problema certamente está na bomba. Trocá-la é um procedimento rápido e que pode ser feito no local por um mecânico experiente.

CORREIA DENTADA: ligada ao eixo do comando de válvulas, a correia é acionada pelo motor. À menor suspeita de que tenha se rompido, pare o carro e não tente dar a partida. A troca só deve ser feita em oficina ou concessionária. Mesmo assim, ajuda ter uma de reserva. Os fornecedores da peça recomendam sua substituição a cada 40 ou 50 mil quilômetros.

TAMPA DO DISTRIBUIDOR: tampa do distribuidor trincada não deixa que o carro funcione. Quando isso acontece, a distribuição de energia para as velas fica prejudicada, ocasionando fuga de corrente elétrica. A solução é trocar a tampa, o que se pode fazer até sozinho com um mínimo de conhecimento sobre mecânica.


Algumas vezes, trata-se de um problema pequeno onde podemos não só analisar, como ‘consertar’. O site da revista 4Rodas publicou as dicas anteriores e uma lista dos ‘sintomas’ de alguns problemas comuns dos carros: http://quatrorodas.abril.com.br/QR2/autoservico/mecanica/pane.shtml ;D

10 março 2011

Carro novo (até que se prove o contrário)

Como sou especialista em pilotar carros durante as filmagens, meus amigos acham que entendo tudo de automóveis. Hoje o Luis, um amigo da faculdade de Filosofia, me ligou e pediu uma ajuda para comprar o seu carro novo que, neste caso, é usado.

Como no fim de semana estarei ocupado e não poderei ajudá-lo, indiquei as dicas da Allianz para comprar um carro nestas condições. No site é possível saber tudo o que avaliar, dentro e fora do seu novo veículo, veja só:

#Aspectos visuais:

1. Sempre verifique o carro de dia, nunca durante a noite ou em local escuro, para aproveitar a luz natural.

2. Observe o estado geral do carro andando ao redor dele. Isso inclui a estética do carro, a limpeza, o brilho da pintura e os acessórios em geral.

3. Abaixe-se até a altura dos faróis e lanternas traseiras para visualizar toda a lateral do carro. Fique atento com o alinhamento das peças, as eventuais "ondulações" na lataria e a diferença de cor na pintura entre as peças.

4. Veja se há diferença de tonalidade entre os faróis do lado esquerdo e direito, assim como nas lanternas traseiras. Caso haja, isso é uma evidência de que o componente foi substituído.

5. Abra e feche as portas, o capô e a tampa do porta-malas a fim de perceber se há dificuldade no manuseio ou diferença expressiva no alinhamento das peças.

6. Compare a quilometragem com o ano do carro. Em média, um carro roda em torno de 15 a 20 mil km por ano. Desconfie de quilometragens muito baixas ou muito altas.

7. Confira se a parte elétrica está toda funcionando: faróis, setas e luzes, assim como vidros elétricos, travas, alarme e painel interno.



Você ainda encontra dicas para verificar a parte mecânica e a documentação do usado que deseja comprar, clique aqui http://www.allianz.com.br/hotsites.asp?page=hot_site_carro_usado  E boa escolha!

03 março 2011

O bem-estar da sua caranga

Tio Alfredo recebe uma porção de apelidos maldosos por conta da sua pouca atenção. No almoço de domingo, todos tiraram um sarro da sua cara por conta de um episódio: na estrada, seu carro parou por conta de um pneu furado e estava sem estepe. Anoiteceu e ele não conseguia sinalizar corretamente, as luzes do pisca não funcionavam. Um caminhão passou e jateou lama nos para-brisas, ao tentar limpar percebeu que não tinha água no reservatório.

É por essas e outras ocorrências que a revista QuatroRodas faz matérias alertando sobre a manutenção preventiva, que não precisa ser feita na oficina mecânica. Estas dicas devem ser feitas em casa, na seguinte periodicidade.

Toda semana:

Lavadores dos vidros | Crie o hábito de conferir se é preciso completar a água dos limpadores. Acrescente também um pouco de detergente específico. Não use detergente doméstico, pois esses produtos contêm soda cáustica em sua formulação, o que pode ocasionar manchas na pintura.

Óleo do motor | Verifique o nível do óleo do cárter com o veículo sobre uma superfície plana e, de preferência, com o motor frio. Confira no manual a localização da vareta, limpe-a e volte a colocá-la no lugar. Tire novamente e cheque o nível, que deve estar entre as marcas de mínimo e máximo. Se o nível estiver baixo, complete, utilizando um produto com a especificação recomandada pelo fabricante do veículo. Nunca ultrapasse o nível máximo.

Pressão dos pneus | Veja sempre que puder, ou antes, de viajar, seguindo a indicação do manual do proprietário. Lembre-se de que os pneus devem estar frios, ou seja, não devem ter rodado mais do que 3 quilômetros, incluindo o estepe. Acima dessa distância, o atrito dos pneus com o solo aquece o ar interno, que se expande e distorce a calibragem.



Todo mês:

Fluido da direção hidráulica | Para checar o nível, basta abrir o reservatório e conferir, por meio do medidor existente na própria tampa. Complete com o óleo indicado pelo fabricante no manual do proprietário.

Lâmpadas | Verifique o funcionamento das lâmpadas e substitua, se houve necessidade. O processo é simples, mas deve se ter cuidado ao manusear a lâmpada nova, principalmente se for dos faróis. Evite tocar o bulbo, pois a oleosidade natural da pele vai tornar o vidro amarelado, reduzindo sua eficiência e até mesmo diminuindo a vida útil. Se for inevitável, limpe a lâmpada depois, com um pano umedecido com álcool.



Ocasionais:

Palhetas dos limpadores | Providencie a substituição das palhetas toda vez que a borracha estiver ressecada ou danificada, para que não perca a eficiência ou risque o para-brisas. Adquirir um produto específico para o seu automóvel.

Filtro de ar | Veja no manual do veículo a localização do compartimento do filtro de ar e confira seu estado. Sua duração é de aproximadamente 10 mil quilômetros, mas quem trafega em locais muito empoeirados/estradas de terra, deve trocá-lo com mais frequência. Em alguns casos, leves pancadas são suficientes para limpá-lo e dar uma sobrevida. Nunca use jatos de ar comprimido.

Fusíveis | Se o farol não ascende e a lâmpada não está queimada, então a causa deve ser o fusível. Confira no manual do veículo a localização do compartimento de fusíveis. Verifique qual deles é o responsável pelos faróis, retire-o e substitua por um novo. Não improvise com fusíveis, sempre realize a troca com um fusível de mesmo material e amperagem, para não causar sérios danos ao sistema elétrico do automóvel, curto-circuito e até mesmo incêndio.


Independente do serviço faça sempre com muito cuidado, munido de materiais de segurança e o manual do seu carro. Não banque o mecânico e certifique-se de estar fazendo o melhor para você e para o seu carro.

14 fevereiro 2011

Mais por menos

Assino algumas revistas e muitas vezes só consigo lê-las semanas depois. Foi o que aconteceu este fim de semana: na saída para o aeroporto peguei uma revista AutoEsporte que ainda estava com o plástico, de setembro do ano passado, e levei-a comigo.

E folheando achei uma matéria muito interessante sobre itens de segurança e conforto de baixo (e até baixíssimo) custo e que podem ajudar muito no seu dia a dia. Algumas montadoras não o oferecem e muitas oficinas se quer os conhecem, mas vale a pena procurá-los e dar um plus na sua segurança.

#Vidro laminado no para-brisa: no começo dos anos 90 virou lei, todo automóvel deve sair de fábrica com este tipo de vidro, que evita fragmentos cortantes em uma colisão. Também evita rompimento em caso de pedrada, além de diminuir a incidência de raios solares. Na troca do para-brisa exija o vidro laminado.

#Luz interna da lateral e forração das portas: são aqueles pequenos ‘faróis’ nas laterais do console do carro ou no ‘batente’ das portas. Iluminam o interior do carro, alertando para portas abertas e te guiando para quando estiver tudo escuro.

# Luz elevada de freio: carros luxuosos já possuem luz no retrovisor, importante para reforçar aos outros motoristas qual será a sua próxima atitude ao volante, além de dar maior noção da largura do carro. Você pode instalar o Side Repeaters (é assim que chama este modelo de retrovisor) buscando uma oficina especializada em faróis e elétrica automotiva.

# Para-brisa traseiro com antiembaçante: já existe em alguns carros um tipo de para-brisa com filamentos quase invisíveis que evitam o embaçamento dos vidros, expulsando aquele bafo quente que fica quando os vidros “suam”.


Essas são só alguns adicionais que o seu carro pode ter sem um grande investimento. Que tal tentar? (Ah! Tenho uma dica para depois que ler a suas revistas: empreste a algum amigo (a) ou entregue para a reciclagem. Sua revista volta a ser papel novo e você ajuda as cooperativas que o beneficiam. ;D)

11 fevereiro 2011

A boa forma do seu carro

Meu primeiro carro foi um Maverick 76. No dia do meu aniversário, empolgado para a festa na casa da minha avó, adentrei a sala com carro e tudo. Derrubei a parede e parei no meio dos meus convidados, que começaram a cantar o Parabéns a você. Coisa de moleque, mas o estopim para que eu virasse dublê.

E foi neste episódio que conheci a primeira – e única – oficina mecânica da minha vida. Meu carro ficou perfeito. Os anos passaram e eu nunca precisei procurar outra. Se você não tem uma oficina cativa, o ideal é contar com a indicação de pessoas que usaram o serviço e ficaram totalmente satisfeitos ou, então, seguir estas dicas da revista 4Rodas para te ajudar na escolha por um serviço de qualidade:

1. Ligue e visite oficinas e observe o atendimento realizado, por telefone e pessoalmente. Educação é fundamental (até mesmo num lugar sujo de graxa), assim como uniforme e equipamentos de segurança nos funcionários. É importante que a oficina tenha espaços separados para recepcionar carros e pessoas, seja organizado e iluminado.

2. Cheque se o estabelecimento não é clandestino e, por meio do CNPJ, confira se a empresa não possui processos no Procon e reclamações em sites e comunidades na internet. É importante ser uma oficina legal, pois só desta forma ela poderá fornecer Nota Fiscal dos serviços prestados, o que te amparará legalmente caso tenha algum problema futuro.

3. Ao deixar o seu automóvel para orçamento é importante que a oficina forneça uma ficha detalhando o estado no qual seu veículo foi recebido, com informações como quantidade de combustível, quilometragem e presença de acessórios (calotas, antena etc.). Além disso, ela deve providenciar capas para os bancos e protetores para a carroceria, assim protegendo a parte interna e externa.

4. Dependendo dos serviços prestados pela oficina (funilaria, pintura, mecânica), existem alguns equipamentos que são fundamentais para a qualidade do trabalho. Um exemplo dado pelo supervisor de consultoria do Cesvi Brasil, Eduardo Augusto dos Santos, explica que numa funilaria o processo de lixamento da carroceria deve ser a seco, utilizando ferramentas especiais. “Lixar com água, além de propiciar o surgimento de pontos de ferrugem no futuro, é um processo manual que depende da força empregada pelo funileiro”, afirma. Por isso, dado o orçamento, pesquise a melhor técnica para o reparo e os pós e contras do serviço proposto.

5. Estabelecimentos que trabalham com pintura devem contar com cabine ou estufa específica para esse fim, que garante a secagem da pintura de forma rápida e sem interferência de micro-organismos, poeira etc.

6. A parte mecânica precisa ser feita com equipamentos modernos e profissionais capacitados que saibam verificar e reparar o funcionamento de todos os itens eletrônicos existentes hoje em um automóvel. Busque as certificações que a oficina e seus profissionais possuem, geralmente expostas nas paredes.

7. Clareza na explicação do orçamento mostra o comprometimento da oficina em entregar o que está prometendo. Por isso, exija todas as informações e não fique com dúvidas. Na entrega do seu automóvel, teste os itens reparados e peça para que o mecânico apresente as peças substituídas.


Aproveite as dicas e não deixe de assistir a este vídeo, que trata a qualidade da reparação automotiva: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/2C925F45A7E0EBFF/7/11DoY8RVHTc

07 fevereiro 2011

Fazendo o check-up no seu carro

Existe todo tipo de relação carro-proprietário: daquele que trata a caranga melhor do que a família, ao proprietário que rala, bate e suja o carro e não liga a mínima. Eu trato o meu como um objeto que existe para me servir, mas que também merece – E PRECISA – de cuidados.

Manutenção, seguro auto, lavagem, troca de pneu são somente algumas obrigações que tenho com meu carro. E que todos deveriam ter. Se você quer que o seu carro tenha uma vida mais longa, trate-o de forma adequada. Aqui vão algumas dicas:


ALINHAMENTO | Essencial para a segurança, conservação e maior economia. É importante que seja feito a cada 10 mil quilômetros para evitar o consumo prematuro dos pneus, o desequilíbrio do carro e o desgaste do sistema de suspensão e direção.

ESCAPAMENTO | O uso constante faz com que os resíduos corrosivos de combustível e óleo desgastem o escapamento do seu carro. Ao notar buracos ou rachaduras o item deve ser trocado para não comprometer o funcionamento do motor.

FARÓIS | Eles também precisam ser revisados periodicamente, preferencialmente a cada 90 dias, pois as lâmpadas vão perdendo a regulagem original a cada buraco nas ruas e estradas.

CATALISADOR | É um dispositivo instalado no escapamento com a função de transformar substâncias poluentes em gases menos nocivos à atmosfera. Pode durar até 80 mil quilômetros se o motorista tomar certos cuidados: evite entrar em poças de água profundas e passar por pedras/ guias altas.

CINTO DE SEGURANÇA | Peça fundamental e de uso obrigatório. Verifique sempre a conservação dos engates e os pontos de fixação da peça. As tiras devem estar bem costuradas e sem folgas. Lubrifique sempre os mecanismos de trava.

CAMBAGEM | É o ajuste que determina o ângulo entre o chão e a linha vertical da roda. O controle dessa inclinação, que pode ser positivo ou negativo, influencia as características de rolamento das rodas. Um sinal de que existe problema na cambagem é o desgaste irregular dos pneus. Uma checagem nas rodas a cada 10 mil quilômetros, incluindo o rodízio dos pneus, é indicada. Oficinas especializadas fazem a leitura da inclinação por meio de sensores eletrônicos. O alinhamento e o balanceamento devem ser incluídos no ajuste para que o acerto seja realmente eficiente.

LIMPADOR DE PARA-BRISA | Equipamento fundamental. Verifique periodicamente a pressão do braço do limpador, a borracha das palhetas (se ela passa e deixa marcas no vidro, está na hora de trocá-las), bem como o jato do esguicho de água do para-brisa.

LUZES | Verifique constantemente o funcionamento de lanternas, piscas, luzes de freio e de ré, iluminação interna, luzes do painel, bem como a bateria, pois são itens de suma importância. No caso da bateria, observe se os cabos estão oxidados ou frouxos/ soltos.


Viu como é simples tratar o seu carro como um carro? ;D

01 fevereiro 2011

Seu carro no maior bronze

Venho falando bastante sobre o verão, a época das fortes chuvas, mas acabei esquecendo de abordar os efeitos do Sol no nosso dia a dia. Para se proteger de queimaduras, você deve usar um alto fator de proteção solar na pele e um chapéu ou boné. Mas e o seu carro?

O meu carro fica estacionado em garagem coberta, mesmo assim tenho o cuidado de encerar a lataria vez ou outra e deixar que os bancos de couro arejem quando o calor passa (uma fresca no fim da tarde). Mas da minha casa, vejo o carro da Helena, minha vizinha, que sofre com o Sol forte e já está com a lataria um pouco comprometida. Espero que as dicas a seguir ajudem-na:


Dentro do carro:

. Se você é adepto do ar condicionado, lembre-se que o sistema de ventilação precisa de manutenção e limpeza, ainda mais no verão, época onde ele é usado com mais frequência e por um período maior. Ele pode impregnar bactérias e fungos que comprometem a qualidade do ar dentro da sua caranga, podendo causar, até mesmo, alergias e doenças. A manutenção pode ser feita em oficinas e, geralmente, é um serviço rápido e barato, não pague mais de R$ 50 por ele.

. Telas protetoras removíveis “barram” a entrada dos raios solares e, por consequência, do aquecimento, quando seu carro está por muito tempo debaixo do Sol, estacionado ou andando. Você pode utilizar as telas para-brisas quando você estacionar na rua, mas nunca use no para-brisa traseiro quando o carro estiver em movimento.

. Se o seu carro possui bancos de couro, procure limpadores especiais para os bancos do seu veículo. O calor pode ressecar e rachar o couro. Para diminuir o calor que ele forma, use capas de tecido durante o verão, não é tão bonito quanto o couro, mas pode te dar maior conforto nos dias quentes.


Parte externa do carro:

. Película protetora (vulgo, insulfilm), além de diminuir a visibilidade dentro do seu carro, o que é considerado uma medida de segurança, ajuda a diminuir a incidência do Sol dentro do veiculo, deixando o carro um pouco mais fresco.

. Encere o seu carro a cada dois meses. Se ele fica estacionado ao relento (sol e chuva) como o da minha vizinha, realize esta “hidratação” com mais frequência.

. No verão o seu carro também ‘bebe’ mais água e pede mais lubrificação, por isso, dê atenção a estes itens.


Se você tiver alguma outra dica ou dúvida, deixe-a aqui! ;D

22 outubro 2010

Pronto socorro automotivo

Depois do susto de um acidente de carro onde todos ficaram a salvo, a primeira coisa que vem em mente é a reparação do veículo: sempre queremos o carro como era antes, o quanto antes.

Pressionar a oficina ou pesquisar oficinas com menores preços nem sempre são as melhores pedidas. O ideal é buscar dicas de consertos bem sucedidos, a sua seguradora pode te ajudar com algumas boas indicações, afinal, depois de você, a seguradora é quem mais quer ver o seu carro bem.

Acompanhe o conserto do seu veículo visitando hora ou outra a oficina, é bom ter certeza de que o serviço precisa mesmo daquele prazo e que está sendo consertado com o decorrer do tempo. Busque na internet informações ao diagnóstico dado pelo mecânico: informação é tudo.

Muitas empresas fazem um trabalho bacana para deixar o seu carro em melhor forma possível. Algumas dessas informações vêm dos estudos e testes realizados no AZT da Allianz. Lá os especialistas não só destroem (rs) carros nos crash test, mas também analisam e consertam alguns desses carros e outros que foram destruídos nas ruas.

No AZT são analisadas cada peça que precisa ser reparada e os danos futuros, além dos custos para isto. Alguns carros que chegam lá já estavam condenados à perda total, mas voltaram a rodar com muita segurança. O melhor é que esses estudos vão para as oficinas que vão pegar no batente.


Olha só como é conduzida uma reparação automotiva no AZT: http://www.youtube.com/allianzbrasil#p/c/2C925F45A7E0EBFF/7/11DoY8RVHTc