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13 maio 2011

O futuro no sorriso de uma criança

Minha família é muito grande. Tanto que amanhã tenho uma festinha de 3 crianças de uma vez, filhos dos meus primos que nasceram na mesma época. Uma boa economia para os pais dos pimpolhos (rs). E é bacana ver que, apesar da diferença de idade, eles se dão super bem e são bastante educados.

Educação, atenção e carinho são fundamentais para o desenvolvimento na infância e maior segurança e felicidade na fase adulta. E essas palavras não são minhas, mas da Convenção dos Direitos da Criança, criado pela UNICEF.

Por isso, se você tem filhos, convive com crianças, é educador/ pedagogo/ babá, siga o conselho que a Caroline deu no http://allianz.com.br/umconselho/ :














Essa é uma das grandes fórmulas para uma sociedade mais feliz, produtiva e menos violenta no futuro. =D

Não deixe de dar o seu melhor conselho e ver alguns bem bacanas... http://allianz.com.br/umconselho/

04 fevereiro 2011

Treinado para ser um super-herói

Há duas semanas, no Reino Unido, um menino de 3 anos salvou a vida de sua mãe fazendo uma ligação para o serviço de emergência. A simples ligação salvou uma vida, graças a própria mãe, que educou o filho para esse tipo de situação.

Por isso, além de dicas de segurança - não brincar com objetos cortantes, perto do fogão, manter distância de animais desconhecidos -, é importante ensinar o seu filho a fazer duas coisinhas:

# Discar o seu número de telefone (celular ou trabalho) quando ele se sentir em perigo e estiver sozinho ou com pessoas desconhecidas.


# Ligar para o número de emergência (bombeiros ou polícia), quando algo acontecer em casa (alguém desmaiar, acidentes, fogo etc.), e ninguém puder ajudá-lo.

Estas medidas podem salvar a vida do guri e de outras pessoas, além de já ter ensinamentos de civilidade logo cedo. ;D


Inspire-se vendo o vídeo do menino que salvou a mãe: http://video.br.msn.com/watch/video/menino-de-3-anos-salva-a-mae-ao-ligar-para-o-servico-de-emergencia/xb1mlith
=D

31 janeiro 2011

Volta às aulas X Tranquilidade dos Pais

Desta semana não passa: escolas públicas e particulares voltam às aulas. Para quem não tem filhos, o único impacto é no trânsito, já que aumenta os números de carros nas ruas, logo aumenta o fluxo e tempo gasto num percurso.

E para quem tem filhos a preocupação é outra: meu filho está mesmo na escola? Está seguro? Pensando nisso, alguns colégios dão dicas aos pais e alunos para que minimizem os riscos com acidentes e incidentes envolvendo outros alunos e pessoas desconhecidas. Vejam algumas delas para manter a tranquilidade:


Para os pais:

# Esteja ciente do horário de aulas e complementos (aula de idioma, atividades físicas, reforços etc.).

# Se leva as crianças à escola, não as deixe atravessar a rua sozinhas. Aproveite a oportunidade para explicar que é preciso atenção ao fazer essas travessias, obedecendo sempre às faixas de pedestres e o momento adequado. Fale também dos riscos.

# Se não leva/ busca seu filho na escola, saiba o trajeto que ele faz todos os dias. Peça para que ele não altere os percursos de ida e volta da escola, desta forma você sempre saberá que rota fazer caso ele se atrase para chegar em casa.

# Saiba o nome dos amigos e tenha telefones de contato.

# Peça a seu filho que mostre locais onde ele costuma brincar e frequentar após as aulas.

# Não dê mais dinheiro do que necessário para o lanche ou atividade escolar, neste caso (passeios, compra de material, entre outros), dê dinheiro somente sob pedido dos professores.

# Conheça os policiais que rondam a região escolar porque isso é um grande facilitador no caso de desaparecimento.


Para os pais ensinarem aos filhos:

# Não aceitar caronas de desconhecidos, mesmo que esta pessoa diga que seu pai ou mãe pediu que o buscasse.

# Não aceitar alimentos de qualquer espécie ou dinheiro de desconhecidos.

# Não mostrar dinheiro, aparelho celular e outros objetos de valor fora da escola.

# Não frequentar regiões desertas ou pouco movimentadas.

# Contar aos pais sobre qualquer contato feito por pessoas desconhecidas, informando assunto e local do ocorrido.

# Pedir ajuda sempre que se sentir acuado, grite se for necessário.

15 dezembro 2010

Investindo na felicidade – e integridade – da criançada

Minha família é composta por grande parte de adultos. Ainda assim, tem os filhos dos amigos, a molecadinha da rua e a criança carente que peguei na cartinha do Papai Noel dos Correios (ainda dá tempo de fazer uma criança feliz, é só passar em qualquer agência dos Correios). É presente que não acaba mais!

Mas além de procurar por um brinquedo bacana, não podemos excluir os riscos de cada um deles e, até mesmo, de roupinhas e acessórios. Vale ficar atento a pequenos detalhes e evitar um problemão pós-festas. Veja só alguns conselhos da ONG Criança Segura:

#1 Quando selecionar os brinquedos considere a idade, o interesse e o nível de habilidade da criança. Siga as recomendações do fabricante e procure brinquedos com selo do Inmetro.

#2 Evite brinquedos que produzem sons altos ou com uso de fones de ouvido.

#3 Avalie os acessórios dos brinquedos e se há pontas e bordas afiadas que se transformam em material cortante. Objetos pequenos, possíveis de engolir, devem ser excluídos da lista de presentes. Dardos, flechas e projéteis também devem ser evitados.

#4 Brinquedos com correntes, tiras e cordas com mais de 10-15 cm devem ser evitados para reduzir o risco de estrangulamento.

#5 Brinquedos elétricos podem causar queimaduras. Evite brinquedos com elementos de aquecimento, como baterias e tomadas elétricas, para crianças com menos de 8 anos.

#6 Balões, sacos e embalagens plásticas devem ser mantidos longe das crianças, pois são as principais causas de engasgamento.

#7 Se o presente é roupa ou tênis, avalie os acessórios. Botões podem ser engolidos e cadarços podem causar estrangulamento.

Agora é só encher a criançada de alegria!

03 novembro 2010

Contar história é tudo de bom!

De uns tempos para cá, o videogame e aquele monte de brinquedos eletrônicos estão perdendo espaço – bem pequeno – para os brinquedos que fizeram a nossa infância. Feitos à mão, jogos educativos e muita nostalgia.

Acredito que é bom ter uma medida para estes dois tipos de brinquedos (educativos e tecnológicos), mas o que eu não sabia era que a “contação” de histórias para bebês e crianças ajuda não só no desenvolvimento infantil, mas também na integração dos pequenos com os pais, irmãos e professores.

Contar historinha é mostrar um mundo de fantasia, que desenvolve a imaginação das crianças e intimiza as relações. É como se o contador de histórias apresentasse o mundo lá fora para criança (claro, da forma mais doce que ela pode compreender. Ler o noticiário não é bacana). A prática não tem idade certa para começar e pode ser feita com o bebê ainda na barriga.

Como os pequenos aprendem imitando e repetindo os mais velhos, contar histórias ainda estimula o prazer pela leitura. Uma pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, revela que um em cada três leitores brasileiros se lembra de ter visto a mãe lendo algo para eles. 49% do público adulto considerado leitor (que lê cerca de um livro a cada três meses), se refere à figura materna como a pessoa que mais o incentivou. Entre adolescentes, esse número sobe para 73%.

Essa prática deve ser lúdica e divertida, sem cobranças ou tarefas. O Programa Ler é Preciso, do Instituto Ecofuturo, atenta que tudo o que é feito com e para as crianças precisa ser envolvente e realizado com afeto. E ai, bora compra alguns livrinhos ou inventar uma historinha bem bacana?

06 outubro 2010

O alimento ideal pro seu pequeno

O leite materno é o alimento mais completo que existe para bebês. Tanto que os médicos recomendam o aleitamento materno exclusivo por seis meses e complementar enquanto a mamãe tiver leite.

Não tem nada melhor pro seu bebê e ainda é de graça, que beleza. Mas uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo – Unifesp avaliou a alimentação de quase 200 crianças com idade entre 4 e 12 meses, e constatou que metade deles já não mamavam no peito e a alimentação estava abaixo da expectativa médica. 23% das mães pesquisadas não sabiam preparar uma solução a base de leite indicada pelos médicos, um complemento que deve ter um preparo preciso.

Outra coisa que assustou os médicos pesquisadores foi a idade média da introdução da mamadeira e a adição ao leite de açúcar, achocolatados e cereais: cerca 3 meses. Esta ação compromete muito a alimentação saudável dos pequenos.

A pesquisa ainda observou o regime alimentar de crianças um pouco mais velhas (até 10 anos) e o resultado também foi preocupante: crianças de até cinco anos têm recebido cada vez mais doces, biscoitos recheados, salgadinhos e refrigerantes; e cada vez menos frutas, legumes e verduras. Esse tipo de alimentação aumenta o histórico de bebês e crianças obesas.

O leite materno possui uma quantidade de ferro muito maior do que o leite da vaca, e a sua substituição total no primeiro ano de vida pode causar alergias, anemia e comprometer o desenvolvimento cognitivo e emocional do bebê. Não esqueça! ;D

05 outubro 2010

Crianças tomando conta da casa

Da minha infância para hoje em dia quantas coisas mudaram, não é mesmo? Os modelos de família, o mercado de trabalho, os padrões de vida, o ensino público X particular e por ai vai... Já é muito comum pais que precisam trabalhar e os filhos ficam em casa ou na escola durante todo o dia. Desleixo? Jamais, necessidade mesmo.

Deixar as crianças com parentes ou na escolinha já é um dilema, deixá-lo sozinho em casa é um dilema maior ainda. Então, qual é o momento certo para isso acontecer?

É uma questão muito delicada. Psicólogos e pedagogos recomendam que esta responsabilidade seja dada após os 12 anos e que cada filho seja avaliado individualmente, de acordo com a responsabilidade e a relação de confiança. Deve-se considerar que algumas crianças amadurecem mais cedo e se sentem mais confortáveis para ‘cuidar’ da casa na ausência dos pais.

Antes de ‘assumir a casa’ é importante que os pais, aos poucos, eduquem sobre os perigos de estarem sós e que nem todo lugar é propício para brincadeiras. Orientações sobre pedido de socorro, telefones de salvamento e familiares próximos, são extremamente importantes.

Para minimizar os riscos de acidentes, é preciso observar os perigos da casa. Um exemplo é a cozinha, que concentra a maior parte dos acidentes domésticos, como facas, materiais quebráveis/ cortantes, remédios, etc. As janelas devem ter telas. Cada casa deve ser avaliada cômodo a cômodo, para alertar as crianças sobre os lugares aonde elas podem ou não estar. Um estudo norte-americano realizado pela Sociedade de Pesquisa do Desenvolvimento da Criança, com 1000 crianças de até 7 anos, relata que independência melhora a autoestima, o que só resulta benefícios para o seu desenvolvimento emocional.

A conclusão do estudo é o mais importante: com devidos cuidados de integridade física, não há nenhum efeito contrário no desenvolvimento infantil quando os pais voltam à rotina profissional.

08 julho 2010

Um capeta em forma de Guri


Na segunda-feira recebi visita de um primo que não via há muitos anos. Trouxe mulher e os três filhos pr’eu conhecer. Entre comes, bebes e conversa, tentava ignorar a bagunça que os ‘priminhos queridos’ estavam fazendo ligando a TV. Só piorou: estava passando Homem Aranha 2.

Em segundos um deles já tinha escalado a estante com a rapidez do próprio Homem Aranha, quando escorregou e caiu. Eu, que estava só observando, consegui dar um pulo do sofá e segurá-lo. Já aproveitei para ter uma conversa sobre segurança com o primão.

63,3% dos acidentes acontecem dentro de casa. Com atenção ao dia a dia das crianças e observando o local, é possível evitar os acidentes em 90%.

E não pense que eu me preocupei com a minha casa, foi com o meu primo mesmo. Tenho um seguro, o Allianz Tranquilidade Familiar, para cobrir os danos que minhas visitas sofrem em casa ou se ‘minha casa causa’ um acidente na rua, como um objeto caindo da janela e machucando alguém. Diferente? Aqui tem mais sobre este seguro. ;)