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21 julho 2011

Um conselho para a vida toda.

Olha, minha mãe sempre me aconselhou a levar a vida na boa e não me estressar com os problemas do dia-a-dia, porque isso faz bem para a saúde. E não é que ela está certa? Isso agora já foi provado.

“Os resultados mostraram que altos níveis de satisfação com a vida estão associados com uma redução significativa no risco de doenças cardíacas totais.”

Veja a matéria completa aqui no Diário da Saúde.

20 abril 2011

Hora-extra: até que ponto vale a pena?

Eu gosto muito de trabalhar, minha vida é isso, mas nas últimas semanas tenho ultrapassado às 12 horas diárias de pura atividade física. Aproveitei a folga da semana para relaxar e pesquisar um pouco sobre os riscos do trabalho excessivo.

É muito comum às empresas terem mais demanda de trabalho e manterem o seu quadro de funcionários. O que acontece? Os que lá estão trabalham mais para dar conta de toda essa demanda. Situações atípicas costumam fazer bem para a equipe, que se une e se motiva em prol de um projeto comum. Mas veja bem, atípicas, não quando se torna hábito.

Ainda tem o grupo de empresas que pagam em dinheiro ou benefícios as horas adicionais de seus funcionários. Muito bom, mas aqui entra outro problema: motivado pelo “benefício”, funcionários exigem mais do que o cérebro e o corpo podem dar.

Trabalhar muitas horas por semana traz efeitos danosos aos sistemas imunológico, cardiovascular e digestivo. Os padrões de sono e descanso ficam alterados e podem surgir alterações de comportamento. Além do mais, uma jornada superior a 55 horas semanais, pode comprometer o raciocínio lógico, a argumentação e a memória.

Não force o seu corpo e cérebro e sentindo-se esgotado ou estressado procure um médico. Ou um massagem, uma piscina aquecida, uma espreguiçadeira na praia,... =D

14 janeiro 2011

Estresse, pressão, correria: significado de ‘trabalho’ pra muita gente

Acho que só retorno ao trabalho em fevereiro, mas estou sofrendo a ausência dos meus parentes e amigos que já estão em sua rotina normal. Sou exceção, mas grande parte dos meus conhecidos que trabalha em escritório passam por “grandes aventuras” durante o dia.

E tenho ouvido algumas reclamações sobre o estresse e dos possíveis riscos de acidentes no trabalho, isso por que ainda estamos na segunda semana do ano =/. E para que as pessoas que eu conheço (e as que você conhece também) tenham dias mais suaves e longe dos riscos, vou reproduzir algumas dicas que achei na web:

# Faça com que o seu local de trabalho seja confortável adequando-o a sua altura e seu porte físico. O “conforto” é um estímulo para suas atividades e diminui os riscos de lesões e acidentes.

# Organize o seu espaço, deixando os objetos nos seus devidos lugares e bem guardados, evitando improviso e acidentes: mesa com muitos papéis e copo/garrafa d’água que podem causar uma sujeirada ou porta-caneta com estiletes e tesouras que podem te cortar quando você só precisa pegar um lápis, por exemplo.

# Saiba os riscos e cuidados que envolvem a sua profissão e as formas de proteção disponíveis. No escritório, você pode providenciar apoios para os braços se usa bastante o computador e seu teclado. Em áreas externas, você deve usar capacetes e aventais. Se trabalha com produtos químicos, máscaras. E assim de acordo com cada profissão e função.

# Se trabalha muitas horas sentado (a), mantenha uma postura adequada. Faça pequenas paradas a cada 2 horas, como ida ao banheiro ou ao café. Fazer alongamento durante o dia é um bom auxiliar do bem estar.






















A minha dica é não sair do trabalho com o problema na cabeça, não deixe de reportar suas dificuldades ao seu chefe ou ao departamento de Recursos Humanos. E não se esqueça de levar o dia de forma suave. ;D

09 dezembro 2010

De bem – e feliz – com o trabalho

Quando as pessoas falam do seu trabalho e os riscos causados por ele, pensamos em acidentes ou DORT (Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho, o antes chamado por LER). Entretanto, na verdade, o nosso dia-a-dia oferece muito mais riscos do que imaginamos ou lemos nas matérias sobre saúde.

Mas como a vida não é fácil e temos que ir à luta (tô falando de trabalho – rs), você pode começar avaliando os riscos que o seu cotidiano te oferece e ver medidas preventivas, escrevendo numa planilha com coisas simples, como atravessar a rua e pegar o transporte coletivo ou trânsito, a, até mesmo, atividade mais complexas, como transportar cargas pesadas/ importantes ou reuniões estressantes com o chefe ou cliente.


. Indo ou retornando do trabalho, esteja sempre atento em aglomerados de pessoas e carros para evitar acidentes (colisões entre veículos, quedas nas ruas, empurra-empurra nas plataformas de trem e metrô são alguns exemplos).

. Nunca trabalhe sem itens de segurança, como capacetes, óculos, roupas especiais e cintos de segurança, se for o caso da sua profissão.

. Não aceite manusear equipamentos ou máquinas se você não estiver treinado para isto. Grande parte dos acidentes e mutilações no local de trabalho acontece quando profissionais não capacitados para uma função são designados a realizá-la.

. Esteja o mais confortável possível em sua mesa e evite movimentos repetitivos, utilize cadeiras, monitores e outros equipamentos de acordo com a sua altura e postura (Aqui tem um post que fala mais sobre DORT http://avidanaotemduble.blogspot.com/2010/09/pegando-suave-no-trabalho.html).

. Não admita o assédio moral. Denuncie ao Departamento de Recursos Humanos da sua empresa caso esteja sendo exposto a situações humilhantes e constrangedoras. Sempre reúna provas a seu favor.

. Não se estresse! Mas como, não é mesmo? Tente separar sua vida pessoal do trabalho. Pessoas com “garra” e conhecimento técnico se estressam menos que os demais grupos de profissionais. Por isso, tente resolver tudo de forma profissional (e técnica). Não espere se sentir estresse ou depressão para sinalizar o problema a um psicólogo.


Esses itens foram tirados de um projeto do Observatório Social que ganhou o prêmio Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, e considera esses os riscos mais frequentes e preocupantes do trabalho.